Governo
Encerrada a votação para presidente do Brasil em 62 países
Eleitores Brasileiros
Até as 16h deste domingo (26), quando os eleitores brasileiros ainda estavam indo às urnas, 62 países já haviam encerrado a votação para presidente da República. O primeiro foi a Nova Zelândia, onde os eleitores brasileiros começaram a votar às 8h na cidade de Wellington, horário correspondente às 17h de sábado (25) em Brasília.
Também já encerram a votação: Austrália, Coreia do Sul, Japão, Timor Leste, Cingapura, Filipinas, Indonésia, Malásia, Tailândia, China, Taiwan, Índia, Emirados Árabes, Rússia, Irã, Arábia Saudita, Catar, Jordânia, Kênia, Kuaite, Chipre, Finlândia, Grécia, Israel, Líbano, Romênia, Turquia, Egito, África do Sul, Moçambique, Namíbia, Palestina, Alemanha, Áustria, Bélgica, Croácia, Dinamarca, Espanha, Eslovênia, França, Holanda, Hungria, Itália, Noruega, Polônia, República Checa, Sérvia, Suécia, Suíça, Angola, Nigéria, República Democrática do Congo, Tunísia, Inglaterra, Irlanda, Marrocos, Portugal, Costa do Marfim, Guiné Bissau, Senegal e Cabo Verde.
Hong Kong, região administrativa da República Popular da China, encerrou a votação às 17h, correspondente às 7h de domingo em Brasília.
Os últimos a votar são os brasileiros que residem em São Francisco, nos Estados Unidos. Lá, a votação começou às 13h - horário de Brasília - deste domingo. Segundo o TSE, mais de 350 mil eleitores foram cadastrados pela Justiça Eleitoral para votar para presidente da República fora do Brasil.
O maior colégio eleitoral brasileiro no exterior fica nos Estados Unidos, onde há mais de 112,2 mil eleitores cadastrados em dez cidades. As maiores concentrações estão em Miami (22.294), Nova York (21.240) e Boston (18.181).
O voto no exterior também é obrigatório, e a justificativa deve ser encaminhada ao consulado brasileiro mais próximo da residência do eleitor. Caso não votem, precisam justificar a ausência.
Quem mora fora do País está sujeito a penalidades impostas pela lei brasileira, caso não vote ou justifique a ausência. A Justiça Eleitoral adverte que uma delas pode complicar a vida de quem mora fora do Brasil: a impossibilidade de renovação do passaporte, enquanto não for regularizada a situação.
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