Economia e Emprego
Novos adidos agrícolas são designados
Representação no exterior
Os novos adidos agrícolas designados pela Presidência da República para sete países e foram publicados no Diário Oficial da União, informou o Ministério da Agricultura nesta terça-feira (24).
Os escolhidos foram: Márcio Rezende Evaristo Carlos (Bélgica), Eliana Valéria Covolan Figueiredo (Argentina), Luis Henrique Barbosa da Silva (Suiça), Antonio Alberto Rocha Oliveira (Rússia), Marcelo de Andrade Mota (Japão), Juliano Vieira (África do Sul) e Luiz Cláudio de Santana e Caruso (EUA).
Essa foi a terceira seleção organizada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para preencher os postos nas embaixadas do Brasil nos respectivos países.
“A designação dos adidos é motivo de comemoração. Eles são essenciais para o desenvolvimento dos negócios do Brasil no exterior”, afirmou a ministra Kátia Abreu.
Adido agrícola
O adido agrícola é um especialista em agronegócio que assessora o embaixador nas questões que envolvem o comércio bilateral de produtos agrícolas e colhem informações sobre questões econômicas importantes que subsidiam o Mapa.
Entre as atribuições mais importantes dos adidos estão a busca por melhores condições de acesso de produtos do agronegócio brasileiro; estudo de políticas agrícolas e legislações de interesse da agricultura do Brasil; monitoramentos de possíveis modificações nas políticas sanitárias e fitossanitárias de outros países; participação em eventos sobre assuntos de interesse do agronegócio brasileiro e acompanhamento de ações de cooperação na área agrícola, incluindo políticas brasileiras de combate à fome e de desenvolvimento rural.
Seleção
Os adidos agrícolas são escolhidos por meio de um processo de seleção conjunta, com um Comitê de Seleção designado pelos ministros da Agricultura e das Relações Exteriores.
Eles devem ser servidores de carreiras profissionais do Mapa, compatíveis com a função, seja na administração direta ou indireta. O processo envolve avaliação curricular, exame de línguas e entrevistas.
Para a última seleção, mais de 100 candidatos se inscreveram e foram aprovados três candidatos por vaga. A decisão final sobre as indicações foi tomada pelo Ministério da Agricultura e encaminhada ao Ministério das Relações Exteriores (MRE) e à Presidência da República.
O prazo de permanência dos adidos, conforme o Decreto nº 6464, de 27 de maio de 2008, é de dois anos, prorrogáveis por mais dois anos, após avaliação conjunta do Mapa e MRE.
A primeira seleção ocorreu em 2009 para oito países: Bruxelas, Buenos Aires, Genebra, Moscou, Pequim, Pretória, Tóquio, Washington. A segunda seleção foi feita em 2013 apenas para Pequim.
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