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No Conselhão, Wagner pede coragem no debate de soluções para o Brasil

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Ministro-chefe da Casa Civil empossou novos membros e enalteceu importância da experiência de diálogo social promovido pelo CDES.
publicado: 28/01/2016 18h52 última modificação: 01/02/2016 15h48

O ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, empossou, nesta quinta-feira (28), os 92 membros do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) para o mandato 2016-2018. Na ocasião, afirmou que esse é o melhor momento para retomar os trabalhos de um espaço importante, de discussão e propostas para solução dos desequilíbrios econômicos que se apresentam. Ele defendeu que cada um dos setores representados no conselho – empresarial, laboral, governo e sociedade civil – participem com coragem desse debate.

“As pessoas precisam ter coragem de abrir suas convicções ao verdadeiro debate na sociedade. Ter a certeza de que a verdade nossa, de boa fé, não necessariamente é única e não obrigatoriamente é a melhor”, disse. “Na democracia ninguém sai com 100%. Você entra com 100%, mas para fazer o diálogo social, você vai sair com 80, 70 – e aí vai depender dos argumentos de cada um de vocês”.

Essa é a 44ª reunião plenária do CDES e a primeira do ano, que tem como tema “Os Caminhos para o Desenvolvimento Brasileiro”. Ao abrir o encontro, Jaques Wagner fez questão de dizer do seu entusiasmo de estar recomeçando essa jornada e agradeceu, em nome da presidenta, a participação voluntária de cada setor.

“Aqui é um voluntariado, é uma escola de cidadania participativa. E vocês poderão dizer para os próximos, para os netos e filhos que, além da atividade de vocês no dia a dia, contribuíram para fazer o País melhor, nesse processo que eu acho riquíssimo”.

O ministro alertou que o CDES não substitui, de forma alguma, quem tem a legitimidade e a legalidade de ser o “fiscal” do governo e de escrever as leis do País, que é o Congresso Nacional. Mas destacou que as democracias mais modernas e maduras do mundo trabalham com a ajuda de conselhos assim.

Wagner citou, como exemplo, o Conselho Econômico e Social da França, dispositivo constitucional do país fundado em 1936, em que, há dez dias, o presidente francês François Holande fez uma declaração que repercutiu em todo o mundo, sobre o estado de emergência da economia internacional e apresentou propostas do governo da França.

Fonte: Blog do Planalto

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