Governo
"Medidas para a previdência são urgentes", diz líder da União Geral de Trabalhadores
Recuperação
O deputado federal e vice-presidente da União Geral de Trabalhadores (UGT), Roberto de Lucena (PV-SP), classificou a reforma da previdência como urgente.
Durante almoço com o presidente em exercício, Michel Temer, e centrais sindicais, ele avaliou que mudanças precisam ser feitas sob risco de o sistema previdenciário entrar em colapso.
“É de muita coragem tocar nesse tema considerando que os últimos governos identificaram essa necessidade e não tiveram coragem e a força de enfrentar”, observou. Segundo ele, o presidente em exercício tem feito faz isso em um ambiente político complexo.
“Sem a reforma previdenciária, nós estaremos permitindo um colapso nas garantias de todos os trabalhadores”, ponderou. O deputado ainda explicou que é muito importante tratar esse tema e que o governo montou um grupo de trabalho que apresentará, em breve, propostas ao presidente.
Iniciativas
Ele ainda afirmou que o desemprego é uma preocupação de todos e que “inciativas corajosas precisam ser tomadas para que essa curva do desemprego possa se inverter”. “O Brasil precisa de ações urgentes. Precisamos pensar o Brasil a médio e longo prazo”, afirmou.
O presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Antônio Neto, afirmou que o grupo de trabalho tem discutido muito e vai apresentar alternativas. Ele ainda considerou que o Congresso parece disposto a aprovar as medidas que se fazem necessárias.
“Tenho sentido que há por parte do Congresso grande vontade de ajudar a acertar e colocar o Brasil nos trilhos do desenvolvimento”, avaliou. “Esperamos que os parlamentares possam olhar para o Brasil com altruísmo”, disse.
Disposição
José Calixto Ramos, presidente da Nova Central de Trabalhadores relatou que o presidente em exercício, Michel Temer, mostrou-se disposto, além de “demonstrar a possibilidade de continuarmos com esse dialogo todas as vezes que for necessário”.
Para ele, as medidas são necessárias e o novo governo tem muita coragem de já enfrentar as matérias de previdência e trabalhista. A reunião contou com 85 representantes de sindicatos ligados as quatro maiores centrais sindicais do País: Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB).
Esse grupo, junto, representa cerca de 60% dos sindicatos e tem aproximadamente 5 milhões de filiados. Eles também fazem parte do grupo de trabalho que estuda medidas para aprimorar a Previdência Social, que atualmente apresenta um déficit bilionário e insustentável.
Fonte: Portal Brasil
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