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BNDES libera recursos para construção de parques eólicos

por Portal Brasil publicado: 04/01/2011 13h09 última modificação: 28/07/2014 12h59

A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 588,9 milhões para a construção de nove parques eólicos nos municípios de Igaporã, Guanambi e Caetité, no interior da Bahia. A informação foi divulgada, nesta terça-feira (4).

O BNDES participará com 74,35% do investimento total, de R$ 792,2 milhões, contribuindo para a criação de 2.970 empregos diretos e indiretos no Semiárido baiano durante a construção dos projetos.

As usinas, Sociedades de Propósito Específico controladas pela Renova Energia, terão potência instalada total de até 195,2 MW. Os projetos foram vencedores do Leilão de Energia de Reserva de 2009, o que permitiu a formalização de Contratos de Compra e Venda de Energia entre cada usina de energia eólica e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), garantindo a compra de energia elétrica por um prazo de 20 anos.

Os parques eólicos terão impacto positivo sobre a diversificação da matriz energética brasileira com uma fonte de recursos limpa, renovável e de caráter sazonalmente complementar à fonte hidráulica. Contarão com um total de 122 aerogeradores, fornecidos pela subsidiária brasileira da empresa General Electric INC, segundo maior fabricante mundial de equipamentos de geração eólica.

Segundo o BNDES, do ponto de vista socioeconômico, os investimentos possibilitarão aumento da arrecadação de impostos e diversificação das atividades econômicas em uma área de baixo desenvolvimento econômico e social do Nordeste - o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da região está 17% abaixo da média da região Nordeste.

O banco explica ainda que os investimentos também contemplam programas de caráter social baseados no desenvolvimento sustentável dos territórios onde estão localizados os parques. Além disso, contribuirão para a redução das emissões de gases do efeito estufa por MWh de energia gerada no sistema interligado. Ou seja, há um potencial de geração de créditos de carbono.

 

Fonte:
BNDES

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