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Infraestrutura

Candiota III, maior obra do PAC no Sul, será inaugurada por Dilma nesta sexta-feira

por Portal Brasil publicado: 26/01/2011 15h45 última modificação: 28/07/2014 12h59
Magda Dias/PR Fase C da usina termelétrica Candiota III produzirá 350 MW de energia

Fase C da usina termelétrica Candiota III produzirá 350 MW de energia

A usina termelétrica Candiota III, considerada pelo governo federal como a maior obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na região Sul, começa a operar oficialmente nesta sexta-feira (28), após três semanas de testes. 

A cerimônia de inauguração da fase C da usina será liderada pela presidenta Dilma Rousseff, que visita o município de Candiota, no Rio Grande do Sul. O empreendimento da Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (Eletrobras CGTEE) está avaliado em R$ 1,3 bilhão. 

Com potência instalada de 350 megawatts (MW), a usina é capaz de abastecer uma população de um milhão de pessoas, segundo a Eletrobras. Desse total, 292 MW foram comercializados em um leilão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em dezembro de 2005.  A partir de sexta-feira, a termelétrica funcionará com capacidade total, suprindo cerca de 15% da necessidade do estado e com previsão de abastecer também outras cidades do Rio Grande do Sul. 

A usina é o primeiro grande negócio entre os governos do Brasil e da China, que forneceu mão de obra e qualificou trabalhadores brasileiros. Durante o processo construtivo chegaram a trabalhar mais de 5 mil operários na obra.  Para operação e manutenção de Candiota III, foram contratados 176 empregados diretos da Eletrobras CGTEE, além de 74 trabalhadores terceirizados. “É realização de um sonho de mais de 20 anos, gerando energia, emprego e desenvolvimento para a metade Sul, para o Rio Grande e para o Brasil”, comemora o prefeito de o prefeito de Candiota, Luiz Carlos Folador.


Histórico

A Fase C de Candiota III tem origem em um projeto concebido pelo governo do estado do Rio Grande do Sul no inicio da década de 80, resultado de acordo entre os governos do Brasil e da França para incrementar a produção brasileira de energia elétrica a partir do carvão. O projeto previa a construção de seis unidades geradoras de 335 MW cada. 

Segundo a CGTEE, a construção do empreendimento significou a retomada da utilização do carvão na produção de energia elétrica para atendimento do mercado brasileiro, duplicando o atual consumo deste combustível no estado. 

Construída em parceria com o conglomerado Citic Group e o China Development Bank (CDB), a termelétrica utiliza a tecnologia de dessulfurização para abatimento do material particulado, reduzindo os impactos provocados ao meio ambiente. 




Fonte:
Blog do Planalto

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