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Infraestrutura

Embrapa vai ajudar a recuperar áreas rurais degradadas pelas chuvas no RJ

por Portal Brasil publicado: 08/02/2011 19h50 última modificação: 28/07/2014 13h01

As três unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no estado do Rio de Janeiro concluem nesta quarta-feira (9) documento listando as ações emergenciais de curto e médio prazo que serão empreendidas na recuperação das áreas rurais produtoras da região serrana fluminense, degradadas pelas enchentes de janeiro.

Participam da iniciativa as unidades Embrapa Solos, Embrapa Agroindústria de Alimentos e Embrapa Agrobiologia.  O documento será encaminhado à Secretaria Estadual de Agricultura e Pecuária e à presidência da Embrapa. As ações têm prazo de conclusão prevista em 90 dias.

De acordo com o agrônomo José Ronaldo Macedo, coordenador das ações emergenciais, será disponibilizado um laboratório para fazer a análise do solo, atendendo solicitação dos próprios produtores locais. “Hoje é um novo solo que está lá. A gente não sabe qual é a fertilidade desse novo solo, ou aterro, porque é terra que veio de outros lugares”, explicou.

A Embrapa Solos e a Embrapa Agrobiologia vão liberar análises para os produtores da região, para que possa haver uma recomendação com conhecimento técnico mais apurado, acrescentou. Para reabertura dos laboratórios de solos nos municípios afetados, técnicos das prefeituras e da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro (Pesagro) passarão por capacitação. Como fazem parte de orçamento suplementar do estado, as ações serão iniciadas tão logo haja uma definição sobre a liberalização dos recursos.

O trabalho engloba ainda ações que vão até dois e cinco anos. O pesquisador disse que nos próximos 24 meses, a ideia é trabalhar com as associações de agricultores em campanhas de sensibilização.

No longo prazo, a Embrapa pretende entender o que ocorreu na região. As ações envolvem mapeamento de solos e estudos de áreas rurais e de risco. “A gente quer entender essa dinâmica de movimento. Essa é uma proposta de cinco anos, que envolve pesquisas, mapeamento de solos, estudos de aptidão”.

Está previsto também o trabalho de recuperação de pequenas agroindústrias locais “para que, talvez, com uma valorização dos seus produtos, elas diminuam a demanda pela ocupação de espaços inadequados”, concluiu o pesquisador.


Fonte:
Agência Brasil

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