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Infraestrutura

Rio destina R$ 4,5 milhões a planos de saneamento do entorno da Baía de Guanabara

por Portal Brasil publicado: 16/02/2011 21h09 última modificação: 28/07/2014 13h01

O governo do Rio de Janeiro vai destinar R$ 4,5 milhões para que 14 municípios do entorno da Baia de Guanabara elaborem planos regionais de saneamento da região, em atendimento a uma das exigências do Comitê Olímpico Internacional (COI) para a Olimpíada de 2016.

De acordo com o subsecretário estadual do Ambiente, Luiz Firmino, o objetivo é tratar a totalidade dos esgotos que vão hoje para a Baía de Guanabara e torná-la inteiramente limpa. Firmino disse que um estudo mostra o que já existe e o que ficou do antigo Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (PDBG).

Segundo Firmino, o conjunto de obras inclui a interligação dos coletores-tronco com as estações de tratamento, além da construção de novas estações. "Basicamente, vamos colocar as estações do PDGB, que não estavam em uso, em pleno funcionamento. O programa permitirá que voltemos a ter a Baía de Guanabara em condições sanitárias.”

As intervenções beneficiarão o Rio de Janeiro e municípios da Baixada Fluminense, além de Itaboraí e São Gonçalo. Atualmente, 30% do esgoto fluminense é tratado. A intenção é dobrar esse número até 2016. Para isso, o projeto foi submetido ao Banco Interamericano de Desenvolvimento, que aprovou R$ 800 milhões de recursos para as ações, com contrapartida do estado de R$ 330 milhões.

Para a presidente da organização não governamental (ONG) Instituto Baía de Guanabara, Dora Hees, muito pouco foi feito nos últimos anos a respeito dos esgotos domésticos. A ambientalista, no entanto, afirmou que houve grandes avanços na questão de despejo de resíduos industriais. Dora Hees apontou o lixo urbano como um dos grandes inimigos da Baía da Guanabara.

Ela defendeu a realização de uma grande campanha sobre o lixo, porque todos os resíduos urbanos que ficam espalhados no chão são levados pelas águas da chuva para os rios e para a baía. "Tratar 100% do esgoto de uma população muito grande é difícil. É preciso ter a colaboração de todos, que precisam estar informados do mal que causam”, disse a ambientalista.

Fonte:
Agência Brasil

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