Infraestrutura
Petrobras apresenta balanço sobre navegação brasileira
A Petrobras apresentou nesta quarta-feira (2) balanço sobre o Programa Empresas Brasileiras de Navegação (EBN). O programa é parte de um conjunto de iniciativas para reduzir a dependência do mercado externo de fretes marítimos, estimulando a construção naval no Brasil e gerando empregos, e trata do afretamento, pelo período de 15 anos, de navios a serem construídos por empresas brasileiras em estaleiros estabelecidos no Brasil. Também é exigido que o registro da embarcação seja feito sob bandeira brasileira durante toda a duração do contrato.
A iniciativa foi criada após estudos sobre as necessidades de transporte marítimo da Petrobras para o período de 2010-2020, em consonância com o Planejamento Estratégico da Companhia. As conclusões do estudo indicaram a necessidade de um novo programa, dessa vez que combinasse a construção de navios em estaleiros nacionais, com sua respectiva oferta para afretamento por empresas brasileiras de navegação, fortalecendo assim a indústria nacional e dando continuidade à renovação da frota controlada da Área de Abastecimento da Petrobras.
Na primeira fase do programa (EBN1), foram contratados 19 navios. O processo foi concluído em maio de 2010 e contou com a participação de cerca de 40 empresas, tendo sido apresentadas mais de 30 propostas comerciais. A previsão de entrega dos navios dessa primeira fase é entre 2012 e 2014.
Em 2010, após o desenvolvimento bem-sucedido da primeira fase e tendo como objetivo diminuir a dependência do mercado internacional no atendimento ao transporte de cabotagem, considerando-se a crescente demanda de navios para a esse tipo de transporte, a Petrobras lançou a segunda fase do programa (EBN2), prevendo a contratação de mais 20 navios, nos mesmos moldes da etapa anterior. Na segunda fase, em estágio final, participaram 38 empresas, tendo sido apresentadas mais de 30 propostas.
Estima-se que o programa contribuirá para gerar cerca de 30 mil empregos diretos e indiretos, durante a construção, e mais de dois mil empregos permanentes ao longo da vida útil dos navios.
Fonte:
Agência Petrobras
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