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Infraestrutura

Queima de gás em fevereiro de 2011 é a menor desde abril de 2008

por Portal Brasil publicado: 01/04/2011 15h16 última modificação: 28/07/2014 13h04

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou nessa quinta-feira (31) a queima de gás natural em fevereiro foi de 4,8 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d), a menor desde abril de 2008.

Houve redução de 42,1% na queima na comparação com fevereiro de 2010 e de 20,4% em relação a janeiro de 2011. Os resultados fazem parte da pesquisa Boletim da Produção de Petróleo e Gás Natural referente a fevereiro de 2011.

Do volume total de gás natural queimado em fevereiro de 2011, 84,9% são oriundos de campos na fase de produção e 15,1% de testes de longa duração da fase de exploração. Considerando-se apenas as concessões na fase de produção, o índice de utilização de gás natural no mês foi de 93,4%.


Produção

A produção de petróleo em fevereiro de 2011 foi de aproximadamente 2,062 milhões barris por dia (bbl/d), o que representa aumento de aproximadamente 2,3% se comparada com o mesmo mês em 2010. Houve uma redução de aproximadamente 2,8% em relação ao mês anterior.

A produção de gás natural foi de 62 milhões de metros cúbicos por dia, 3,8% superior à do mesmo mês em 2010 e 5,2% inferior ao volume de janeiro de 2010. A soma da produção de petróleo e gás natural ficou em torno de 2,457 milhões barris de óleo equivalente por dia (boe/d).

Segundo a ANP, os principais motivos para as reduções em fevereiro de 2011 foram as paradas programadas das plataformas P-25 e P-31, no campo de Albacora, o fechamento do FPSO (Floating Production Storage and Offloading) do campo de Polvo durante todo o mês e a intervenção no gasoduto de Peroá no início do mês.

Em fevereiro de 2011, 295 concessões operadas por 23 empresas distintas foram responsáveis pela produção nacional. Destas, 72 são concessões marítimas e 223 são terrestres. Das 295 concessões, 11 encontram-se em atividades exploratórias e produziram através de testes de longa duração (TLD), e outras 10 são de campos licitados contendo Acumulações Marginais.


Bacia do Solimões

A bacia de Solimões teve destaque em fevereiro de 2011 pelo desempenho da produção e aproveitamento do gás natural. Houve aumento de 3,2% na produção e queda de 5,3% na queima, resultando num aproveitamento de 93,5% do gás natural.

Os campos terrestres Rio do Urucu e Leste do Urucu, na bacia de Solimões, ocuparam a primeira e a terceira posições, respectivamente, entre os maiores produtores de gás natural.  Oito poços terrestres, sendo sete do campo de Rio Urucu e um de Leste do Urucu, ficaram entre os 30 poços com maior produção de gás natural em fevereiro de 2011.


Campos produtores

Dos 20 maiores campos produtores de petróleo e gás natural, em barris de óleo equivalente (boe), dois são operados por empresas estrangeiras (Frade/Chevron e Ostra/Shell). Aproximadamente 92,9% da produção de petróleo e gás natural foram provenientes de campos operados pela Petrobras. Em torno de 91,1% da produção de petróleo e 73,4% da produção de gás natural do Brasil foram provenientes de campos marítimos.

Os três maiores campos terrestres produtores de petróleo e gás natural, em barris de óleo equivalente, continuam sendo Leste do Urucu, Rio do Urucu e Carmópolis. O grau API médio do petróleo produzido no mês foi de aproximadamente 23,7°.

A plataforma P-54, localizada no campo de Roncador, produziu aproximadamente 140 mil boe/d, sendo 126,6 mil bbl/d de petróleo e 2,3 mil bbl/d de gás natural e passou a ser a plataforma com maior produção, ultrapassando a P-52, também no campo de Roncador. Já a produção do pré-sal em janeiro foi de 62,8 mil bbl/dia de petróleo e 2,3 milhões m³/d de gás natural.


Bacias maduras terrestres

Em fevereiro de 2011, a produção oriunda das bacias maduras terrestres – o que inclui campos produtores e testes de longa duração nas bacias do Espírito Santo, Potiguar, Recôncavo, Sergipe e Alagoas – foi de 182,9 mil boe/d, sendo 148,5 mil bbl/d de petróleo e 5,5  milhões m³/d de gás natural. Desse total, 3,8 mil boe/d foram produzidos por concessões não operadas pela Petrobras.


Fonte:
ANP

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