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Desenvolvimento econômico e social

PAC2 tem como objetivo prioritário estimular a eficiência produtiva dos principais setores da economia
por Portal Brasil publicado: 24/08/2011 18h55 última modificação: 28/07/2014 13h09

A segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) tem o objetivo de consolidar os últimos quatro anos de investimentos do programa. De janeiro a junho de 2011, o PAC 2 já investiu cerca de R$ 86,4 bilhões em obras em todo o Brasil nas áreas de transportes, energia, saneamento, habitação e cidadania, atuando direta e indiretamente no desenvolvimento social do Brasil.

 

O programa estimula, prioritariamente, a eficiência produtiva dos principais setores da economia, impulsiona a modernização tecnológica, acelera o crescimento de áreas já em expansão, aumenta a competitividade e integra o Brasil com seus vizinhos e com o mundo.

 

Um programa dessa magnitude só é possível por meio de parcerias entre o setor público e o investidor privado, somadas a uma articulação constante entre os entes federativos (estados e municípios).

 

Em busca de resultados mais rápidos, o governo federal optou por recuperar a infraestrutura existente, concluir projetos em andamento e buscar novos projetos com forte potencial para gerar desenvolvimento econômico e social.

 

Com o PAC, o Brasil reaprendeu a planejar o seu futuro ao implementar um método inovador de monitoramento de ações, responsabilização e transparência. O volume de investimentos no PAC tem constituído instrumento de sustentação da atividade econômica nos níveis necessários para promover a inclusão e resgatar o País de duas décadas de estagnação.

 

Prova disso, é a participação do investimento total no Produto Interno Bruto (PIB) que passou de 16,4%, em 2006, para 18,4%, em 2010. Na geração de emprego, o Brasil também quebrou recorde, com um total de 8,9 milhões de empregos formais gerados entre janeiro de 2007 e junho de 2011. E, nos setores diretamente ligados às obras do PAC o crescimento foi ainda maior. Entre dezembro de 2006 e março de 2011, o crescimento no setor de geração de energia e no de construção de edifícios foi 1,5 e 3 vezes maior que a média nacional, respectivamente.

 

Por meio de investimentos em infraestrutura, o PAC tem tornado possível acelerar o desenvolvimento sustentável do País, superando gargalos econômicos, estimulando a produtividade e reduzindo as desigualdades regionais e sociais.

 

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