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Infraestrutura

Expansão da energia nuclear no Brasil se limita a Angra 3, diz Tolmasquim

por Portal Brasil publicado: 15/09/2011 20h43 última modificação: 28/07/2014 13h10

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética, Maurício Tolmasquim, disse nesta quinta-feira (15) que a expansão da matriz energética nuclear brasileira se limita à construção da Usina Angra 3, em Angra dos Reis (RJ), já que não há nenhuma outra planta prevista para o curto prazo. O governo pretendia construir quatro usinas termonucleares até 2030, mas a ideia foi suspensa por causa do acidente nuclear de Fukushima, no Japão.

“Estamos aguardando para ver o que acontece no mundo para termos condição de tomar uma decisão cautelosa. Não temos necessidade de pressa. Angra 3 já começou a ser tocada e não teria sentido parar, porque seria um custo muito elevado. Felizmente, temos uma situação energética muito boa, com muita oferta de energia e não temos razão para ter pressa”, disse ele, após reunião na sede da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústria de Base (Abdib).

Tolmasquim disse que a prioridade do governo ainda é a geração hidrelétrica, já que o País tem um grande potencial nessa área, e que a energia eólica está ganhando força porque é competitiva, limpa e se complementa muito bem com a hidrelétrica. “Eu diria que temos quatro fontes de energia que estão no centro do abastecimento do Brasil: hidrelétrica, eólica, biomassa e gás”.

O presidente da EPE não incluiu o carvão mineral nessa lista por causa do compromisso do País de reduzir as emissões de gás carbônico até 2020. “O carvão emite quase o dobro de uma térmica a gás. Do ponto de vista energético, o carvão não é necessário e, do ponto de vista ambiental, não é desejável”, disse


Fonte:
Agência Brasil

 

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