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ONU quer universalizar serviços de energia com fontes renováveis

por Portal Brasil publicado: 20/09/2011 16h01 última modificação: 28/07/2014 13h10

A Eletrobras e a Itaipu Binacional participam nesta terça-feira (20), em Nova York, nos Estados Unidos (EUA), do Fórum do Setor Privado 2011, promovido pela Organização das Nações Unidas (ONU). O evento, que vai discutir a questão da energia renovável e acessível para todos, reunirá mais de 300 lideranças do setor elétrico mundial, entre representantes de governos e empresários.

O fórum será presidido pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon. Um dos objetivos do encontro é formular estratégias visando à universalização dos serviços de eletricidade, aliada ao aumento da participação de fontes renováveis de energia na matriz energética mundial.

Na segunda-feira (19), foram realizadas duas reuniões: com o grupo técnico e com o grupo de alto nível (presidentes de empresas, ministros e outras autoridades), dando início ao detalhamento das propostas do fórum.

A formulação das estratégias também faz parte de uma série de encontros preparatórios para a Conferência Rio+20, que a ONU promove no Rio de Janeiro, em junho de 2012. O objetivo da instituição é, até 2030, assegurar acesso universal a serviços de energia modernos, melhorar a eficiência da energia global em 40% e aumentar a participação de fontes renováveis na matriz mundial para 30%.

O presidente da Eletrobras, José da Costa Carvalho Neto, colocou a experiência brasileira com energia limpa e com a universalização dos serviços de eletricidade à disposição da ONU. O Brasil se destaca nesse contexto pela forte participação de fontes renováveis, que é de quase 50%, quando considerados os combustíveis e os serviços de eletricidade, e de cerca de 80% quando considerada apenas a produção de energia elétrica.

O balanço é favorável para o País, que precisa acrescentar 7 mil MW ao ano ao seu parque gerador até 2020 para fazer frente ao crescimento populacional estimado para o período. “E isso mantendo a hidreletricidade como espinha dorsal do sistema e com a participação crescente de outras fontes renováveis, especialmente a eólica e a biomassa”, afirmou Neto.


Fonte:
Eletrobras

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