Infraestrutura
PAC energia
Seis empreendimentos industriais serão responsáveis pela produção de fertilizantes
Investir em energia é fundamental
para garantir o suprimento para a população, além de impulsionar e sustentar o
crescimento do País. Por isso, o PAC 2 tem como um de seus eixos a aplicação de
recursos para geração e transmissão de energia elétrica, exploração de petróleo
e gás, combustíveis renováveis e pesquisa mineral.
Todas essas ações têm como base o
princípio de sustentabilidade, para manter a matriz energética limpa e
renovável.
Para gerar mais energia elétrica,
76 projetos de usinas estão em andamento no Brasil. Juntas, acrescentarão
26.252 MW ao parque gerador brasileiro. Para se ter uma ideia, apenas a Usina
de Estreito, que produz 1.087 MW, gera energia suficiente para cerca de 3,5
milhões de habitantes.
Atualmente estão em obras as
hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, ambas no rio Madeira. Outra grande obra,
a da usina de Belo Monte, começou em 2011. Quando concluída, será a terceira
maior usina de geração de energia elétrica do mundo.
Além da geração, é importante
garantir a transmissão da energia, com segurança e qualidade. No primeiro
semestre de 2011 foram concluídas as obras de quatro linhas de transmissão. Também
foram iniciadas este ano as obras de interligação das usinas do Madeira, que
permitirão o escoamento da energia para o resto do País. Outras 21 linhas e 19
subestações estão em andamento.
Também passa a ter maior atenção
no PAC 2 o etanol, importante fonte de energia renovável. Por meio do programa,
será implementado o Sistema Logístico de Etanol, que vai ligar as regiões
produtoras – Goiás, Minas Gerais e São Paulo – aos mercados consumidores – Rio
de Janeiro e São Paulo. O sistema prevê a construção de instalações para coleta
e transporte por dutos, permitindo também o escoamento da produção por portos
marítimos.
Em Petróleo e Gás Natural, o PAC
2 contará com pesquisas exploratórias, perfuração de poços, construção de
plataformas de petróleo e o desenvolvimento da produção, incluindo o alto
potencial da camada Pré-Sal. Em Refino e Petroquímica destacam-se as obras do
Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), das refinarias Abreu e Lima
e Premium I e II.
Ações de Revitalização da
Indústria Naval também integram o eixo de energia. No primeiro semestre de 2011
foram contratados 56 empreendimentos e concluídas 14 novas embarcações.
Considerando-se os investimentos,
92% dos empreendimentos do eixo de Energia estão em ritmo adequado, 5% em
estado de atenção e apenas 1% com status preocupante. Estão concluídos 2% dos
empreendimentos.
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