Você está aqui: Página Inicial > Infraestrutura > 2011 > 10 > Saúde cria mecanismos para agilizar atendimento na rede de emergência do País

Infraestrutura

Saúde cria mecanismos para agilizar atendimento na rede de emergência do País

por Portal Brasil publicado: 05/10/2011 16h10 última modificação: 28/07/2014 13h11

O Ministério da Saúde lançou mais uma ofensiva para diminuir a lotação das emergências dos hospitais e trazer o atendimento para mais perto da residência do cidadão. Uma portaria publicada no Diário Oficial da União, na última segunda-feira (3), estabelece diretrizes e cria mecanismos para a implantação do componente Sala de Estabilização (SE) da Rede de Atenção às Urgências. A iniciativa faz pare do Saúde Toda Hora, que está reorganizando a rede de urgência e emergência do País.

As Salas de Estabilização são estruturas instaladas em unidades de saúde que atenderão a população 24 horas, em todos os dias da semana. Com uma equipe de médico, enfermeiro e pessoal técnico, prestarão assistência temporária para estabilização de pacientes em estado grave ou de condição clínica frágil provocada, por exemplo, por acidentes ou traumas – ou seja, pacientes que necessitem de cuidados imediatos clínicos, cirúrgicos, gineco-obstétricos ou em saúde mental.

“As Salas de Estabilização serão articuladas com a rede de atenção básica, o Samu 192, as UPAs 24h e os hospitais, seguindo a lógica do Saúde Toda Hora”, ressalta o coordenador de Urgência e Emergência do Ministério da Saúde, Paulo de Tarso. coordenador explica ainda que essas estruturas integram os serviços de urgências com o objetivo de apoiar a assistência, garantindo um atendimento mais ágil e eficaz à população.

As salas possuem as funções de fornecer a retaguarda de pacientes em regime de urgência e também na atenção básica, realizando atendimentos e procedimentos médicos e de enfermagem em casos de maior gravidade. Os pacientes, após estabilização clínica, podem ser encaminhados diretamente para a internação nos hospitais.


Recursos

O Ministério da Saúde investirá R$ 100 mil por sala, a ser repassado aos municípios responsáveis pela implantação. O custeio das estruturas é de R$ 25 mil mensal. Para os municípios da Amazônia Legal, do Nordeste e das regiões de extrema pobreza o valor do custeio mensal sobe para R$ 35 mil.

Os estados e municípios que desejam receber o incentivo financeiro precisarão enviar ao ministério uma proposta de implantação, que deverá ser elaborada conforme diretrizes estabelecidas pelo Plano Regional da Rede de Atenção às Urgências. As salas poderão ser instaladas em hospitais de pequeno porte (públicos ou filantrópicos), em Unidades Básicas de Saúde (UBS) ou em Unidades Mistas.


Fonte:
Ministério da Saúde

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

banner_servico.jpg

Erro
Ocorreu um erro enquanto renderizando o portlet.

Últimas imagens

Melhor navegabilidade da bacia do Tocantins-Araguaia também vai favorecer pequenas comunidades agrícolas
Melhor navegabilidade da bacia do Tocantins-Araguaia também vai favorecer pequenas comunidades agrícolas
Foto: Divulgação/Ministério da Integração
Ministro das Cidades, Bruno Araújo, participa de evento do programa Minha Casa Minha Vida, que beneficiou cerca de 360 famílias em São Paulo
Ministro das Cidades, Bruno Araújo, participa de evento do programa Minha Casa Minha Vida, que beneficiou cerca de 360 famílias em São Paulo
Divulgação/Ministério das Cidades
A iniciativa possibilitará uma oferta maior de água para as populações rurais atingidas pela estiagem e seca.
A iniciativa possibilitará uma oferta maior de água para as populações rurais atingidas pela estiagem e seca.
Foto: Adriana Fortes/MD
Na cerimônia, 480 casas do Residencial Maria Pires Perillo foram entregues.
Na cerimônia, 480 casas do Residencial Maria Pires Perillo foram entregues.
Divulgação/ministério das Cidades
A Aneel fiscalizará o custo, que a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) deverá cobrir para garantir as adequações.
A Aneel fiscalizará o custo, que a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) deverá cobrir para garantir as adequações.
Foto: Renato Sette Câmara/Prefeitura do Rio

Governo digital