Infraestrutura
Governo acompanha ações para conter vazamento de óleo na Bacia de Campos
Por meio de nota da Secretaria de Imprensa, a Presidência da República se manifestou a respeito do derramamento de óleo ocorrido no campo de Frade, na Bacia de Campos, na última semana. Segundo o texto, o governo “está acompanhando e apoiando todas as providências de responsabilidade da empresa Chevron Brasil para interromper o vazamento”. O perfuramento de novo poço na região, por parte da empresa Chevron Brasil, teria passado por uma desestabilização em área de falha geológica, o que causou a liberação do fluido, formando a mancha identificada no dia 8. Segundo a Agência Nacional de Petróleo (ANP), essa é hipótese mais aceitada atualmente, mas a causa do vazamento permanece desconhecida.
O comunicado afirma que a presidenta Dilma Rousseff “determinou atenção redobrada e uma rigorosa apuração das causas do acidente, bem como de suas responsabilidades”.
No último dia 13, a agência aprovou o Plano de Abandono apresentado pela empresa para o poço. O abandono do poço prevê, em primeiro lugar, o emprego de lama pesada para "matar" o poço e testar a eficácia dessa medida na parada do vazamento; em seguida, virá o uso da cimentação para "matar" o poço de forma definitiva, segundo a ANP. Dezoito navios estão na área: 8 da própria Chevron e outros 10 cedidos pela Petrobras, Statoil, BP, Repsol e Shell.
O cronograma previsto indica que o vazamento do poço deverá estar controlado nos próximos dias.
Segundo a Chevron, no último domingo (13), a área da mancha seria de 163 km². A estimativa de óleo em superfície era entre 521 e 882 barris (83 e 140 m³).
Fonte:
ANP
Blog do Planalto
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