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Infraestrutura

Semiárido terá mais 60 mil cisternas por meio do programa Água para Todos

por Portal Brasil publicado: 27/01/2012 17h33 última modificação: 29/07/2014 08h54

O Semiárido brasileiro ganhará mais 60 mil cisternas. Serão investidos R$ 120 milhões, por meio de um acordo de construção assinado nesta sexta-feira (27), em Porto Alegre (RS), pelo Ministério do Desenvolvimento Social combate à Fome (MDS) e a Fundação Banco do Brasil. 

O público alvo da ação envolve 750 mil famílias de baixa renda, situadas na zona rural do Semiárido, sem acesso ao fornecimento de água e agrupadas em um total de 181 microrregiões.

A iniciativa faz parte do Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Água (Água para Todos), que  integra o Plano Brasil Sem Miséria e tem  como meta a promoção do acesso à água potável para consumo humano e para a produção agrícola e alimentar. Uma das principais ações previstas é a reaplicação da tecnologia social de cisterna de placas, construída para armazenar águas pluviais.

A cisterna de placas é um reservatório cilíndrico, construído próximo à casa da família, com capacidade de armazenar até 16 mil litros de água da chuva captados do telhado – suficiente para suprir a necessidade de consumo básico de uma família de cinco pessoas por até oito meses. Essa tecnologia foi criada por agricultores da região do Semiárido.

A assinatura do acordo foi realizada pela ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, e pelo presidente da Fundação Banco do Brasil, Jorge Streit, durante o Fórum Social Temático. O fórum é preparatório à Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio + 20, que será realizada em junho no Rio de Janeiro.

Depois da assinatura, Tereza Campello, Jorge Streit e o professor Ricardo Neder, do Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS) da Universidade de Brasília (UnB), participaram do debate sobre os “10 Pontos para uma Plataforma da Tecnologia Social na Rio+20”, na Faculdade de Engenharia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

 

Fonte:
Brasil Sem Miséria

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