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Infraestrutura

Horário de Verão 2011-2012 apresenta redução de 4,6% da demanda no horário de pico

por Portal Brasil publicado: 24/02/2012 18h42 última modificação: 29/07/2014 08h54

O Horário de Verão 2011/2012 termina à zero hora deste próximo domingo (26) e os resultados verificados durante o período apontam para uma redução da demanda no horário de pico da ordem de 2.555 MW - sendo 1.840 MW no subsistema Sudeste/Centro-Oeste, 610 MW no subsistema Sul e 105 MW no subsistema Nordeste, referente à participação do Estado da Bahia.

A redução representa 4,6% da demanda máxima dos três subsistemas. No caso do subsistema Sudeste/Centro-Oeste, a redução equivale a aproximadamente 55% da carga no horário de ponta da cidade do Rio de Janeiro (6,4 milhões de habitantes), ou a duas vezes a carga no horário em Brasília (2,6 milhões de habitantes). No Sul, a redução representa 75% da carga no horário de pico de Curitiba (1,8 milhão de habitantes). Já no Nordeste, equivale a 65% da carga no horário de ponta da cidade de Feira de Santana (700 mil habitantes). 

Segundo o diretor geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, o aumento da segurança e a diminuição dos custos de operação são as principais consequências da redução de demanda no horário de ponta, com a implantação do horário de verão no Sistema Interligado Nacional (SIN). 

Esse aumento da segurança decorre da diminuição dos carregamentos na rede de transmissão, da maior flexibilidade operativa para realização de manutenções em equipamentos, e da redução de cortes de carga em situações de emergência neste horário.

Neste ano, a economia da geração térmica evitada no SIN ao longo do Horário de Verão, para segurança operacional da rede e para o atendimento de ponta, foi de R$ 160 milhões. Essa economia tem como consequencia a redução da tarifa de energia elétrica para o consumidor.

A redução de energia foi de 0,5% em todos os subsistemas envolvidos. Isto equivale a 8% do consumo mensal da cidade do Rio de Janeiro, 10% do consumo mensal de Curitiba e 0,5% do consumo mensal de Feira de Santana. 

Saiba mais sobre a redução esperada na demanda por estado, aqui.

 

Fonte:
Operador Nacional do Sistema Elétrico

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