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Produção brasileira de combustível receberá investimento de US$ 71,6 bilhões até 2016

por Portal Brasil publicado: 30/08/2012 16h35 última modificação: 29/07/2014 08h50
Petrobras O primeiro semestre deste ano registrou alta na produção de 44 mil barris por dia de gasolina e de 37 mil barris por dia de diesel, em relação a igual período de 2011

O primeiro semestre deste ano registrou alta na produção de 44 mil barris por dia de gasolina e de 37 mil barris por dia de diesel, em relação a igual período de 2011

Novas refinarias estão previstas para entrar em operação nos próximos dois anos

 

A área de abastecimento da Petrobras investirá US$ 71,6 bilhões até 2016, com destaque para o atendimento à expansão do mercado interno de derivados. Só o parque de refino receberá US$ 24,9 bilhões, com mais US$ 6,4 bilhões ainda em avaliação, totalizando US$ 31,2 bilhões.

Os valores, anunciados na quarta-feira (29) pelo diretor de Abastecimento da Petrobras, José Carlos Cosenza, fazem parte do Plano de Negócios e Gestão, que prevê investimentos de US$ 236,5 bilhões no período 2012-2016.

No primeiro semestre deste ano, foi registrada alta na produção de 44 mil barris por dia de gasolina e de 37 mil barris por dia de diesel, em relação a igual período de 2011. Para garantir a estabilidade no fornecimento de combustível ao mercado interno, novas refinarias estão previstas para entrar em operação nos próximos dois anos.

Em novembro de 2014, começa a funcionar a Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, com produção final projetada de 230 mil barris diários, sendo 70% de diesel e 30% de outros derivados, exceto gasolina. Em 2015, deve entrar em operação o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), com capacidade inicial de refino de 165 mil barris diários, principalmente de diesel e querosene de aviação (QAV).

O crescimento anual do mercado interno brasileiro tem gerado uma forte demanda por combustível. Segundo a Petrobras, em pouco mais de uma década, entre 2000 e 2011, houve aumento de 43% na demanda por diesel, 49% na demanda por gasolina e 53% na demanda por QAV. Cosenza detalhou ainda a mudança na qualidade do combustível produzido pela companhia para os próximos anos.

A partir do início de 2013, a companhia vai parar de vender o diesel S-50, com 50 partes de enxofre por milhão (ppm), e inicia a venda do diesel S-10, que é menos poluente. Ainda em 2013, para de ser vendido o diesel S-1800, o mais poluente. O diesel S-500 só será vendido no interior do País.

Em janeiro de 2014, será a vez da gasolina, que cairá das atuais 1.000 ppm para 50 ppm. Apesar da mudança drástica, Consenza disse que o motorista não terá de realizar adaptação em seus veículos e que haverá um grande ganho para o meio ambiente, com menor emissão de poluentes.

Além do investimentos diretos nas refinarias, a Petrobras prevê aportes de US$ 2,9 bilhões em navios petroleiros e de derivados, além de US$ 4,8 bilhões em projetos de suprimento das refinarias e criação de instalações de exportação de petróleo.

 

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Fonte:
Agência Brasil

 

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