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Número de usuários de internet e de pessoas com celular cresceu mais de 100% no Brasil

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Entre 2005 e 2011, a população de 10 anos ou mais de idade cresceu 9,7%, enquanto o número de pessoas nessa faixa etária que utilizam a internet aumentou 143,8%
por Portal Brasil publicado: 16/05/2013 14h55 última modificação: 29/07/2014 23h52
Divulgação/EBC O acesso à internet continuava sendo maior entre os jovens, especialmente nos grupos etários de 15 a 17 anos

O acesso à internet continuava sendo maior entre os jovens, especialmente nos grupos etários de 15 a 17 anos

Apresentada nesta quinta-feira (16), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os resultados do suplemento “Acesso à internet e Posse de Telefone Móvel Celular para Uso Pessoal” da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2011. Segundo a publicação, entre 2005 e 2011, a população de 10 anos ou mais de idade cresceu 9,7%, enquanto o número de pessoas nessa faixa etária que utilizam a internet aumentou 143,8% e o das que tinham telefone móvel celular, para uso pessoal, cresceu 107,2%.

Em 2011, 77,7 milhões de pessoas com 10 anos ou mais de idade (46,5% do total) haviam acessado a internet nos três meses anteriores à coleta da PNAD. O acesso à internet continuava sendo maior entre os jovens, especialmente nos grupos etários de 15 a 17 anos (74,1%) e de 18 ou 19 anos de idade (71,8%).

Foi identificado ainda que os percentuais de internautas aumentaram em todas as classes de rendimento mensal domiciliar per capita, especialmente nas mais baixas: no grupo sem rendimento e com até ¼ (um quarto ) de salário mínimo, o percentual de pessoas que acessaram a internet aumentou de 3,8% em 2005 para 21,4% em 2011; no grupo de mais de ¼ (um quarto) até metade do salário mínimo, ele foi de 7,8% para 30%, no grupo de ½ (meio) a um salário, o aumento foi de 15,8% para 39,5%. 

Em todos os anos pesquisados, o percentual de internautas foi maior na classe de rendimento de três a cinco salários mínimos, ultrapassando, inclusive, a classe de cinco ou mais salários mínimos.

Em 2011, 115,4 milhões de pessoas de 10 anos ou mais de idade (69,1%) tinham telefone móvel celular para uso pessoal (contra 55,7 milhões, ou 36,6% do total nessa faixa etária, em 2005).

O percentual de mulheres que tinham telefone móvel celular para uso pessoal ultrapassou o de homens pela primeira vez em 2011: 69,5% das mulheres (60,3 milhões) tinham o aparelho, contra 68,7% dos homens (55,2 milhões).

Outro ponto identificado foi o crescimento na participação da população não ocupada no acesso à internet. Em 2011, das 77,7 milhões de pessoas que utilizaram a internet, 60,1% (46,7 milhões) trabalhavam e 39,9% (31,0 milhões), não trabalhavam. A comparação com 2005, quando das pessoas que acessaram a internet, 62,1% (19,8 milhões) estavam ocupadas e 37,9% (12,1 milhões) não estavam ocupadas, mostrou avanço da participação dos não ocupados entre aqueles que acessaram a internet.

Em 2011, cerca de metade dos 93,5 milhões de trabalhadores (49,9% ou 46,7 milhões) utilizou a internet. Em 2005, esse percentual era de 22,8% (19,8 milhões).

Em relação ao contingente de pessoas com telefone celular nas regiões brasileiras, três apresentaram aumento menor que 100,0%: no Sul, 66,7% (7,1 milhões de pessoas); no Centro-Oeste, 88,1% (4,6 milhões) e no Sudeste, 95,8% (25,8 milhões). Já o Nordeste registrou crescimento de 174,3%, no contingente de pessoas que tinham telefone móvel celular no mesmo período (17,2 milhões) – o maior aumento dentre todas as grandes regiões -, seguida do Norte, com um crescimento de 166,7% (5,0 milhões).

No que diz respeito a população de 10 anos ou mais de idade, em 2011, o Distrito Federal apresentou (87,1%), maior percentual de pessoas que tinham telefone móvel celular, em seguida veio o Rio Grande do Sul (76,9%) e Goiás (77,7%). Por outro lado, o Maranhão (45,2%), o Piauí (52,2%) e o Pará (57,2%) apresentaram os menores índices.

Na análise etária, o percentual de detentores de aparelho móvel celular para uso pessoal crescia com o aumento da idade, partindo de 41,9%, na faixa de 10 a 14 anos de idade, e atingindo 83,2% no grupo 30 a 34 anos. A partir daqueles de 35 anos ou mais, notou-se decréscimo das proporções, chegando a 43,9% no grupo de pessoas de 60 anos ou mais. Contudo, foi nos grupos de 35 a 39 anos e de 40 a 44 anos que houve o maior ganho de participação, em torno de 37,0 pontos percentuais em seis anos.

Todos os resultados do suplemento da PNAD 2011 de “Acesso à internet e Posse de Telefone Móvel Celular para Uso Pessoal” podem ser acessados no aqui.

 

Fonte:

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

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