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Infraestrutura

Primeira etapa do Plangás GLP é inaugurada

Produção de gás natural

O Terminal de Ilha Comprida possibilitará o armazenamento e o escoamento de 4.080 toneladas de GLP por dia, através de navios. O setor naval brasileiro atualmente emprega cerca de 70 mil pessoas
por publicado: 11/09/2013 00h00 última modificação: 23/11/2015 19h29
Divulgação/Portal Planalto O Terminal de Ilha Comprida tem capacidade de armazenamento de 24.800 toneladas de GLP

O Terminal de Ilha Comprida tem capacidade de armazenamento de 24.800 toneladas de GLP

Foi inaugurada, nesta quarta-feira (11), a primeira etapa do projeto Plangás GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) do Terminal Aquaviário de Ilha Comprida, no Cajum, zona norte do Rio de Janeiro. A presidenta da República, Dilma Rousseff, esteve presente na cerimônia e também vistoriou as obras da P-74. Em conjunto com a ampliação do Terminal Aquaviário de Ilha Redonda e a interligação de dutos com a Refinaria Duque de Caxias (Reduc), o Terminal de Ilha Comprida possibilitará o armazenamento e o escoamento de 4.080 toneladas de GLP por dia, através de navios.

As obras, que integram o Plano de Antecipação da Produção de Gás Natural (Plangás) e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) apresentaram 99,3% de conteúdo local, além de empregar 2.380 trabalhadores durante a construção. O Terminal de Ilha Comprida tem capacidade de armazenamento de 24.800 toneladas. O setor naval brasileiro atualmente emprega cerca de 70 mil pessoas.

“Durante muito tempo, lutamos para o ressurgimento da indústria naval. Hoje vi a capacidade que temos de produzir. Temos trabalhadores capazes de levantar essa produção e mostrar que a segunda maior indústria naval nos anos 80 voltou e vai ser uma das maiores do mundo”, afirmou a presidenta.

A exploração na área de Pré-sal deve transformar o Brasil em um dos dez maiores produtores de petróleo do mundo. As grandes descobertas ocorrem justamente quando a tendência é de aumento na demanda mundial por petróleo nos próximos anos, principalmente em função do crescimento de países emergentes como China, Índia e o próprio Brasil.

Na cerimônia foi reforçado ainda o compromisso do País com a licitação do Campo de Libra, localizado na Bacia de Santos (SP), considerada a maior reserva de petróleo do País. Para o projeto, será necessário construir entre 15 a 17 novas plataformas. A data do primeiro leilão na área está marcada para o dia 21 de outubro.

Estaleiro Inhaúma
Localizado às margens da Baía de Guanabara, o Estaleiro Inhaúma é responsável pela conversão dos cascos de quatro navios que serão as futuras embarcações das plataformas P-74, P-75, P-76, P-77. Cada uma vai produzir até 150 mil barris de petróleo e 7 milhões de metros cúbicos/dia de gás natural na área da Cessão Onerosa, no pré-sal da Bacia de Santos. O Estaleiro encontra-se em obras de recuperação da infraestrutura de construção naval, cais, diques, além de estruturas de galpões e prédios administrativos, equipamentos de elevação de carga e redes de utilidades.

Na década de 80, o Estaleiro de Inhaúma foi considerado o segundo maior do mundo na construção de navios. Para atender as crescentes demandas da Petrobras, a Companhia arrendou o Estaleiro em junho de 2010 e assumiu a sua gestão por um período de 20 anos. Assim, a Petrobras iniciou a reforma do estaleiro e já reconstruiu importantes instalações como, por exemplo, o dique seco, que após um conjunto de obras de recuperação, encontra-se novamente em condições de uso.

A partir do gás natural explorado na Bacia de Campos, o GLP é produzido nas unidades de processamento de gás natural do Terminal de Cabiúnas, em Macaé, e da Reduc. Da refinaria, o produto é distribuído por meio de dois dutos de 17 quilômetros para as esferas de armazenamento nos terminais de Ilha Redonda e Ilha Comprida. Nos terminais, o gás é refrigerado e transferido para navios, disponibilizando GLP para outras regiões do país.

Pré-sal
Maior achado petrolífero já encontrado no Brasil, o prospecto de Libra pode conter de 3,7 bilhões a 15 bilhões de barris, sendo mais provável um total de 7,9 bilhões. Outras  descobertas ainda em fase de testes pela Petrobras, como as áreas de Lula e Cernambi (reservas estimadas de 5 a 8 bilhões de barris), Iara (estimativa de 3 a 4 bilhões) e Guará (cerca de 1 bilhão a 2 bilhões), bem como outros campos do pré-sal localizados na Bacia de Campos (com estimativas entre 1 e 2 bilhões), tiveram, até agora, apenas uma pequena parcela incluída entre as atuais reservas provadas. 

Fontes:
Ministério das Cidades

Petrobrás

Com informações do Blog do Planalto

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