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Infraestrutura

Migração aumentará alcance e popularidade das emissoras

Frequência AM/FM

Maior parte das 1.772 emissoras nacionais que operam na frequência de AM vai fazer a migração para a faixa FM no prazo máximo de um ano
por Portal Brasil publicado: 07/11/2013 12h48 última modificação: 30/07/2014 00h02

 

O decreto assinado pela presidenta Dilma Rousseff nesta quinta-feira (7), Dia do Radialista, autorizando a migração das emissoras de rádio AM para a faixa FM, é uma iniciativa que só vai melhorar a qualidade da radiodifusão brasileira, afirma Eduardo Ribeiro, do Movimento Landell de Moura. Para ele, a partir de agora, as rádios AM, que são companheiras de grande parte dos brasileiros, vão poder ser mais populares e ter alcance ainda maior, por meio da internet e de aparelhos celulares.

“O Brasil tem uma relação especial com o rádio, já que foi o padre brasileiro Roberto Landell de Moura o primeiro a fazer uma transmissão pública da voz humana, testemunhada pela imprensa, no final do século 19. Então, a medida ganha maior importância”, diz Ribeiro.

Ele lembra que o rádio é o veículo mais democrático e de maior alcance em um país com o tamanho e as características do Brasil. “Essa medida só vai engrandecer uma plataforma que é a que mais fácil chega à casa dos brasileiros”, explica.   

Eduardo Ribeiro acredita que a maior parte das 1.772 emissoras nacionais que operam atualmente na frequência de AM vai fazer a migração para a faixa FM no prazo máximo de um ano, definido pelo governo. “O ganho é muito significativo. A qualidade do som AM nas cidades é horrível, por causa das interferências. A questão de custos operacionais e de manutenção técnica também fica mais fácil. E as rádios não perdem seu alcance nacional”.

Ele destaca que apesar de ser a plataforma mais democrática, o rádio é o veículo que tem as maiores dificuldades financeiras, já que a publicidade neste meio é uma da mais baratas entre todos os veículos. Por isso, o governo está propondo financiar o custo da migração a juros abaixo dos cobrados pelo mercado.

“Sem o apoio público, essa mudança não seria possível. Os meios de comunicação dependem do Estado, que é quem faz as concessões, a regulamentação. Qualquer coisa que mexa nesta questão, tem que ser feita pelo Estado”, enfatiza.

 

Fonte:

Portal Brasil

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