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Infraestrutura

Telebras e Visiona formalizam acordo para satélite geoestacionário

Tecnologia

Acordo, no valor de R$ 1,3 bilhão, prevê entrega do sistema no final de 2016
por Portal Brasil publicado: 29/11/2013 17h28 última modificação: 30/07/2014 00h03

A Telebras e a Visiona Tecnologia Espacial assinaram nesta quinta-feira (28) contrato para executar o projeto do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). O acordo, no valor de R$ 1,3 bilhão, prevê a entrega do sistema no final de 2016.

Durante a cerimônia de assinatura do documento, o diretor do Departamento de Banda Larga do MiniCom e presidente do Comitê Diretor do SGDC, Artur Coimbra, ressaltou o caráter histórico do ato. “O PNBL e as comunicações estratégicas do governo assumem outro patamar de segurança e confiabilidade”, afirmou.

O presidente da Telebras, Caio Bonilha, disse que liderar a construção do satélite é, ao mesmo tempo, uma honra e uma enorme responsabilidade para a estatal. Bonilha ficou emocionado ao agradecer o empenho dos profissionais envolvidos no projeto. “Uma equipe muito pequena, mas que trabalhou com grande dedicação e espírito público”, destacou.

Já o presidente da Visiona Tecnologia Espacial - responsável pela integração do sistema SGDC - Nelson Salgado, fez questão de ressaltar o futuro do projeto. “Vamos continuar trabalhando juntos para que daqui a três anos nós estejamos comemorando o lançamento do satélite”, enfatizou. Com a assinatura do contrato, a Visiona poderá formalizar a contratação dos fornecedores e dar início às atividades de desenvolvimento e integração do sistema.

O sistema SGDC trará mais segurança às comunicações estratégicas do governo e às comunicações militares, pois seu controle será realizado no Brasil em estações localizadas em áreas militares, sob a coordenação da Telebras e do Ministério da Defesa.

A aquisição de um satélite próprio para as comunicações civis e militares brasileiras é uma decisão estratégica para garantir a soberania nacional. Atualmente, os satélites que prestam serviço no Brasil, ou são controlados por estações que estão fora do país ou possuem o controle de atitude nas mãos de empresas de capital estrangeiro. Em qualquer dos casos há riscos de acontecer interrupções dos serviços em uma situação de conflito internacional ou decorrente de outros interesses políticos ou econômicos.

O evento também contou com a presença do secretário de Telecomunicações do MiniCom, Maximiliano Martinhão, e de representantes dos ministérios da Defesa e da Ciência e Tecnologia.

Fonte:

Ministério das Comunicações

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