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Infraestrutura

Aneel aprova transferência de controle do Grupo Rede para Energisa

Gestão

Operação de transferência de controle será realizada até 15 de abril
por Portal Brasil publicado: 28/01/2014 14h44 última modificação: 30/07/2014 03h09

A partir de agora, as distribuidoras de energia Celtins, Cemat, CFLO, Empresa Elétrica Bragantina, Caiuá Distribuição de Energia, CNEE, Enersul e EDEVP passam a ser controladas pela empresa Energisa S.A. A transferência de controle societário das concessionárias de distribuição/geração do Grupo Rede para a Energisa foi aprovada nesta terça-feira (28), durante Reunião Pública da Diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

De acordo com a decisão da Agência, a operação de transferência de controle deverá ser realizada até o dia 15 de abril de 2014, e somente após a efetiva transferência será encerrada a intervenção administrativa decretada em agosto de 2012 nas oito distribuidoras.

A Agência também estabeleceu que a Energisa terá um prazo de 30 dias, a contar da data da efetivação da transferência, para enviar os documentos comprobatórios da formalização da operação; que os interventores nomeados terão 60 dias após a transferência para concluir e publicar o balanço de 2013  e que as concessionárias deverão disponibilizar em 48 horas toda e qualquer informação solicitada pelos interventores.

 A Energisa S.A. é uma sociedade anônima de capital aberto com sede na cidade de Cataguases/MG e tem como finalidade principal participar de empresas que atuam no setor elétrico.

A Agência considerou que o grupo possui boa condição financeira e está apto a assumir a gestão das distribuidoras, desde que se comprometa com o aporte de capitais, quitação de mútuos e recursos para reperfilamento de dívidas.

O plano de recuperação do grupo Rede apresentado pela Energisa ficou em audiência pública no período de 20/11 a 29/11/2013 e foi aprovado em 18/12/2013. Leia mais aqui.

A Aneel havia decretado a intervenção nas distribuidoras do grupo Rede por considerar que o endividamento das empresas colocava em risco a prestação adequada dos serviços de distribuição de eletricidade. Os principais objetivos da medida foram a defesa do interesse público, a preservação do serviço adequado aos consumidores e a gestão dos negócios das concessionárias.

Fonte:

Agência Nacional de Energia Elétrica

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