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Macapá recebe programa Mulheres na Construção Civil em maio

Evento

Qualificação é promovida pela Secretaria de Estado do Trabalho e Empreendedorismo do Amapá e pela Sudam, em parceria com Senai
por Portal Brasil publicado: 30/04/2014 18h22 última modificação: 30/07/2014 03h04

O programa Mulheres na Construção Civil, idealizado pela Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), tem início marcado para 8 de maio, em Macapá (AP). O projeto, que já capacitou 100 mulheres em Manaus, tem o objetivo de promover a formação intelectual, técnica e cultural de trabalhadoras para inserção e atuação na construção civil.

Em Macapá, a qualificação é promovida pela Secretaria de Estado do Trabalho e Empreendedorismo do Amapá e pela Sudam, em parceria com o Senai-AP. As vagas ofertadas são nos perfis Azulejista e Pintora de Obras.

As aulas abordarão desde conhecimentos gerais até a história das profissões, passando por competências e habilidades específicas dos perfis, procurando motivar sempre o trabalho em equipe e o espírito empreendedor. A carga horária total do curso é de 304 horas/aula e as participantes recebem vale transporte, lanche diário e uniforme.

As participantes são oriundas do cadastro da Central do Trabalhador Autônomo (CTA), ligada à Coordenadoria do Trabalho (CT) da Secretaria de Estado do Trabalho e Empreendedorismo do Amapá (Sete). São mulheres com idade economicamente ativa e desempregadas, que foram motivadas a participar dos cursos por meio de um ciclo de palestras sobre o mercado de trabalho na construção civil.

A coordenadora da CT, Náldima Flexa, destaca que em 2011, o Amapá foi um dos Estados com maior índice de empregabilidade com carteira assinada e os setores que mais empregaram foram o Comércio, os Serviços e a Construção Civil.

De acordo com ela, a participação expressiva da construção Civil na Economia do Amapá é explicada pela construção de três novas Hidrelétricas, a finalização da Ponte Binacional (Amapá/Guiana Francesa), e principalmente pelos investimentos nas obras do PAC, destacando os conjuntos habitacionais do Programa Minha Casa Minha Vida, que somam nove mil unidades habitacionais.

“Nesse sentido, torna-se importante criar oportunidades de formação, qualificação, aperfeiçoamento, treinamento profissional e preparação dos trabalhadores para os novos postos que já se apresentam, potencializando a mão de obra local e a qualidade dos serviços prestados no setor da construção civil” diz Flexa.

Fonte:
Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia

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