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Infraestrutura

Plano Brasil Sem Miséria incluirá produtivamente 253 mil famílias rurais

Agricultura

Ação tem por objetivo aumentar a renda e a capacidade de produção das famílias em situação de extrema pobreza
por Portal Brasil publicado: 03/04/2014 07h11 última modificação: 30/07/2014 03h03

Até o fim deste ano, 253 mil famílias brasileiras que vivem no campo serão beneficiadas pelo Programa de Fomento às Atividades Rurais, desenvolvido pelos ministérios do Desenvolvimento Agrário (MDA) e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). A ação, que faz parte da estratégia de inclusão produtiva rural do Plano Brasil Sem Miséria, tem por objetivo aumentar a renda e a capacidade de produção das famílias em situação de extrema pobreza, ou seja, que vivem com renda mensal de até R$ 70 por pessoa.

Os resultados do Programa e a estratégia para sua execução até o final de 2014 estão sendo discutidos durante o Seminário Caminhos para a Inclusão Produtiva Rural, realizado em Brasília (DF) até esta quinta-feira (3).

Das 253 mil famílias, 203 mil são agricultores familiares, incluindo povos e comunidades tradicionais, e 50 mil famílias de assentados da reforma agrária, que recebem, juntamente com o fomento, orientação para elaboração de um projeto de estruturação produtiva, que pode ser agrícola ou não. Segundo o diretor do Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater/MDA), Argileu Martins, o trabalho realizado no programa tem demostrado a capacidade de produção desse público.

“As 47 entidades aqui representadas tem feito um trabalho que rompe com alguns mitos. Um deles é de que sempre haverá pobres e que os pobres são o que são por falta de vontade. O Programa de Fomento está mostrando para o Brasil que uma família em situação de extrema pobreza, tendo a oportunidade de receber assistência técnica e recursos para um investimento produtivo, apresenta uma grande capacidade de resposta em produção”, ressaltou.

Para garantir a transferência do fomento - no valor de R$ 3 mil para as famílias do Semiárido e R$ 2,4 mil para as demais regiões, o Governo Federal, em parceria com os estados, está investindo, por meio do Programa de Fomento em Ater e Transferências, em projetos de estruturação produtiva. Para o secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Arnoldo de Campos, a estratégia é superar a pobreza extrema.

“Já nasceu a primeira geração do País sem fome e, agora, estamos gerando a primeira geração de brasileiros sem pobreza extrema. Levar ao produtor e produtora a assistência técnica e o recurso para a estruturação da propriedade é uma ferramenta inovadora, ousada e que dá resultados sustentáveis”, destacou.

Experiências

Para compartilhar algumas experiências do programa, quatro entidades de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) dos estados de Alagoas, Rio Grande do Sul, Piauí e Pernambuco mostraram aos participantes do seminário algumas histórias de famílias agricultoras já beneficiadas com o Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais.

“É um resultado impressionante. Pelo trabalho da Ater ajudamos a inserção dessas famílias no Cadastro Único de políticas sociais do governo, além de articular políticas públicas no campo da saúde, educação e habitação, bem como nas formas das famílias produzirem”, comentou a coordenadora das ações do MDA no Plano Brasil Sem Miséria, Letícia Mendonça.

Participaram também do encontro o diretor para Povos e Comunidades Tradicionais do MDA, Edmilton Cerqueira; a coordenadora de Fomento do MDS, Rocicleide Silva; e a coordenadora-geral de Organização Produtiva e Comercialização da Diretoria de Políticas para Mulheres Rurais, Renata Leite.

Fonte:

Ministério do Desenvolvimento Agrário

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