Infraestrutura
Recife sedia encontro internacional entre sindicatos de metroviários
Setor ferroviário
O 3º Encontro Internacional de Metroviários, promovido pelo Sindicato dos Metroviários de Pernambuco (Sindmetro/PE) em parceria com a União Internacional dos Sindicatos de Trabalhadores de Transportes (UIS-Transportes), em Recife, reuniu representantes de todos os sindicatos do Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Brasília, Ceará, Piauí e Rio Grande do Sul), além de federações de metroviários de Portugal, Chile, Argentina e Estados Unidos e trabalhadores do setor de Transportes da Colômbia.
“No ano passado, o encontro foi realizado na Argentina. O Sindmetro sugeriu que esse fosse no Brasil, e nós conseguimos trazer para Recife”, relata Lenival Oliveira, diretor administrativo e financeiro do Sindmetro/PE.
A sede da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), na capital pernambucana, foi um dos locais em que os participantes se reuniram. Segundo o gerente regional de operação, João Lucena, trata-se de “uma visita para conhecer o sistema do Metrô do Recife, facilitando a nossa integração com os outros países”.
Além da visita à companhia, os metroviários também debateram o transporte sobre trilhos do Recife durante a programação do congresso. “Vamos fazer um debate específico sobre a CBTU Recife, para reportar para todos um pouco da situação que é vivida aqui”, informou Wagner Fajardo, diretor da Federação Nacional dos Metroviários. “Além disso vai ter um debate sobre a história do Metrô do Recife. Um companheiro daqui escreveu essa história e está com o livro pra ser editado”. A programação do encontro contou, ainda, com debates sobre questões como a privatização e a luta por melhorias no transporte público em geral.
“Essa integração é boa para sabermos como estamos funcionando”, finaliza Lucena. “Com essa troca de conhecimento, podemos saber como cada país está operando, que tecnologias estão sendo empregadas em diversos países. Nossa função é recebê-los e explicar nosso modo operante para que eles levem esse conhecimento para seus países. E ao mesmo tempo saber o que o outro está praticando e quais as suas dificuldades, para não cometermos os mesmos erros. Temos que trabalhar sempre em equipe, de forma integrada”.
Fonte:
Companhia Brasileira de Trens Urbanos
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