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Infraestrutura

Revitalização de áreas de irrigação é tema de encontro entre Banco Mundial e Dnocs

Áreas de irrigação

Projetos implantados, em sua maioria, nos anos 70 passam por processo de ocupação desordenada e sofrem com produção insuficiente
por Portal Brasil publicado: 29/04/2014 16h51 última modificação: 30/07/2014 03h04

A revitalização de áreas de irrigação foi tema de debate em encontro entre representante do Banco Mundial debateu nesta terça-feira (29) com o diretor-geral do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), Emerson Fernandes Daniel Junior, e técnicos da instituição. A finalidade da discussão é encontrar soluções para a revitalização desses polos produtivos. O encontro foi no gabinete da direção geral, com a presença, também, do diretor de Desenvolvimento Tecnológico e Produção, Laucimar Loiola.

Esses projetos, a maioria implantados nos anos 70, passam por um processo de ocupação desordenada, com suas agrovilas em degradação pela multiplicação da população, o que resulta, também, em lotes que produzem com insuficiência para o sustento familiar. A maioria está com infraestrutura obsoleta, atingindo um processo de inadimplência de difícil solução.

A tendência é buscar soluções alternativas que permitem suas emancipações, sem, contudo haver um processo de abandono por parte dos órgãos governamentais. Algumas questões foram colocadas em pauta: a questão sucessória dos proprietários de lotes, tendo em vista que a maioria se encontra aposentada; o reordenamento do modelo produtivo e das agrovilas, a assistência técnica e o crédito para investimento e custeio.

Segundo o consultor do Banco Mundial, algumas experiências estão em andamento em projetos da Codevasf, alguns semelhantes aos do Dnocs. Os projetos tentam absorver os problemas das famílias e o que se quer definir é se um reordenamento da implantação de agrovilas, juntando todas numa mesma área, melhora as questões de atendimento social, como a da educação e saúde e do saneamento básico, por exemplo, definiu Octavio Damiani.

Para o diretor geral do Dnocs, Emerson Daniel, apesar dos problemas, esses projetos ainda são viáveis e citou que os do Ceará têm boa participação no PIB. “Poderia ser maior, se houvesse melhores condições, como assistência técnica e crédito regular”, concluiu o diretor. Octavio Damiani ressaltou que o Dnocs tem muito a contribuir nessas discussões pela sua experiência centenária e na definição de modelos de operacionalização visando a revitalização e emancipação desses projetos. Para isso, serão escolhidos por um grupo de trabalho, alguns projetos para visitação por técnicos do Dnocs e Banco Mundial, para um melhor conhecimento do sistema de funcionamento e das questões ligadas à gestão e produção.

Fonte:
Departamento Nacional de Obras Contra as Secas

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