Infraestrutura
Aeroporto de Brasília inaugura Pier Norte neste fim de semana
Aeroportos
O Aeroporto Internacional de Brasilia - Juscelino Kubitschek inaugura neste fim de semana uma nova sala de embarque para os passageiros: o Pier Norte. O espaço de 20 mil m² de área construída será equipado com oito pontes de embarque (fingers) e se junta ao recém-inaugurado Pier Sul para mais do que dobrar a capacidade do aeroporto.
Com as duas alas em operação, o aeroporto de Brasília passa a ter 29 pontes de embarque, podendo atender 25 milhões de passageiros por ano. De acordo com a concessionária, a entrega deste fim de semana conclui todas as obras previstas no contrato de concessão
Além do Píer Norte, também estão sendo entregues 95 novos balcões de check-in compartilhado, novas esteiras de bagagem, construção de novos sanitários, vagas cobertas no estacionamento, novo espaço delimitado para taxistas, 41 posições remotas para aeronaves e a duplicação do viaduto de aeronaves.
“É importante ressaltar que as obras de melhorias continuam. São 25 anos de concessão, e teremos novas obras no futuro para adequar a estrutura do aeroporto com as novas demandas”, disse o presidente do consórcio Inframérica, Alysson Paolinelli.
O Píer Norte iniciará a operação assistida nas próximas semanas. Durante o período de testes, a área receberá voos específicos, e após essa avaliação o espaço será aberto para os passageiros.
Concessão
O aeroporto de Brasília foi concedido por 25 anos à iniciativa privada. Vencedor do leilão, o consórcio Inframérica irá administrar o aeroporto cabendo a ele a obrigação de executar as atividades previstas em contrato como ampliação, manutenção e exploração do aeroporto.
A previsão inicial de investimento no aeroporto até o fim da concessão é de R$ 2,85 bilhões, podendo o aeródromo atender a uma capacidade de 41 milhões de passageiros ao ano.
Em 2012, o consórcio Inframérica venceu o leilão do aeroporto de Brasília com um lance de R$ 4,5 bilhões pelos 51% de participação na Sociedade de Propósito Específico (SPE) criada para operar, reformar e ampliar o aeródromo (a Infraero detém os outros 49%). Após o término do contrato de concessão, em 2037, todos os bens e serviços retornam para o Estado.
Os recursos gerados a partir da concessão foram destinados ao Fundo Nacional de Aviação Civil para aplicação no desenvolvimento e fomento da aviação civil, inclusive na expansão, no aperfeiçoamento e no desenvolvimento do sistema de aviação regional.
Fonte:
Portal Brasil
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