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Infraestrutura

Estados discutem formas de tirar Hidrovia Paraná-Tietê do papel

Bacias hidrográficas

São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Paraná e Mato Grosso do Sul, além do governo federal, debateram estratégias para projeto
por Portal Brasil publicado: 02/07/2014 15h42 última modificação: 02/07/2014 15h42

O Grupo G5 + 1 - formado por representantes de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Paraná e Mato Grosso do Sul e governo federal - reuniu-se, na última sexta-feira (27), para propor estratégias para o desenvolvimento da Hidrovia Paraná-Tietê, além debater possíveis soluções para a normalização da sua navegação.

A rede hidroviária atual da bacia do Paraná é de 1.600km. No entanto, análise técnica, econômica e ambiental demonstrou a viabilidade de um total de 6.900 mil km de extensão da rede hidroviária. A Taxa Interna de Retorno (TIR) demonstrada para o grupo de projetos foi superior a 11%, sendo considerado um excelente investimento, tanto privado como governamental.

O Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (Evtea) ainda avaliou a composição de barcaças mais adequada para a Bacia do Paraná. Atualmente, são utilizados comboios 2x1, em função das dimensões das eclusas. O estudo propôs a utilização de novos arranjos para os diversos trechos da hidrovia, visando o aumento da atratividade do modal por meio da redução do frete unitário.

Os investimentos previstos pelo estudo foram estruturados em três fases: a 1ª fase contendo apenas a malha existente (2014-2020); a 2ª fase contendo os rios afluentes do Rio Paraná (2014-2020); e a 3ª fase (2020-2024) incluindo um corredor paralelo ao Tietê, utilizando o Rio Ivaí, o qual possibilitará o escoamento da produção através dos portos de Paranaguá/PR e São Francisco do Sul/SC.

Outro ponto relevante citado foi a possibilidade de retomada do projeto do Canal do Bugre, em Guaíra, como alternativa ao derrocamento do pedral resultante do afogamento do Salto das Sete Quedas pelo reservatório da usina hidrelétrica Itaipu.

Foi citado que o Evtea da Bacia do Paraná será apresentado em diversos estados, como: Paraná, São Paulo, Goiás, Mato Grasso do Sul, Minas Gerais e em Brasília.

O segundo item da pauta foi a interrupção da navegação no Rio Tietê, que desde o dia 6 de maio tem o transporte de cargas totalmente paralisado. Foi deliberado um encaminhamento à Casa Civil, visando provocar uma reunião para uma possível articulação entre os setores envolvidos no problema de navegação no Rio Tietê.

Ficou agendada uma próxima reunião em Guaíra/SP, ainda sem data definida, para apresentação de um plano conjunto de ações do G5+1.

Fonte:
Agência Nacional de Transportes Aquaviários

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