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Infraestrutura

Reunião debate paralisação da navegação na Tietê-Paraná

Bacias hidrográficas

Contabilizam-se dois meses desde início da paralisação que compromete transporte de cargas na via de navegação
por Portal Brasil publicado: 14/07/2014 12h50 última modificação: 14/07/2014 12h50

Reunião promovida na sede da Agência Nacional de Águas, em Brasília, debateu a situação da hidrovia Tietê-Paraná. O empreendimento segue paralisada desde que as usinas de Três Irmãos e Ilha Solteira passaram a gerar mais energia, reduzindo o nível dos seus reservatórios, que são interligados pelo Canal Pereira Barreto. Com isso, contabilizam-se dois meses em que o transporte de cargas na Tietê-Paraná se encontra comprometido.

Presente na reunião, o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Mário Povia, cobrou o reestabelecimento do transporte na Hidrovia Tietê-Paraná: “O sistema portuário necessita do transporte fluvial. A paralisação não deve continuar, pois prejudica nossa logística, nossa multimodalidade.”

Segundo Adalberto Tokarski, também membro da diretoria da agência, as consequências da paralisação  se fazem sentidas no quadro de funcionários das empresas de navegação que utilizam a hidrovia. Outro efeito lembrado por Tokarski é o "aumento significativo no número de caminhões que são colocados nas estradas do País. Uma das consequências disso é a possibilidade de congestionamento próximo aos portos de Santos e Paranaguá.”

Fonte:
Agência Nacional de Transportes Aquaviários

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