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Navio-plataforma entra em operação no pré-sal da Bacia de Santos

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Local terá capacidade de produzir até 150 mil barris de petróleo por dia e armazenar 1,6 milhão de barris do mineral
por Portal Brasil publicado: 21/11/2014 18h20 última modificação: 21/11/2014 18h20
Divulgação/Petrobras Navio-plataforma foi ancorado em local onde a profundidade de água é de 2.140 metros, na direção do litoral de São Paulo

Navio-plataforma foi ancorado em local onde a profundidade de água é de 2.140 metros, na direção do litoral de São Paulo

Entrou em operação, na quinta-feira (20), o navio-plataforma Cidade de Ilhabela, instalado no campo de Sapinhoá, no pré-sal da Bacia de Santos.

A nova unidade faz parte do conjunto de projetos de produção programados para este ano pelo nosso Plano de Negócios e Gestão para o período de 2014 a 2018.

A plataforma Cidade de Ilhabela é uma unidade do tipo FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo).

A unidade foi contratada em 30 de março de 2012 ao consórcio QGOG/SBM e seu casco foi convertido a partir de um navio petroleiro no estaleiro CXG, na China. Já a integração dos módulos da planta de processo foi realizada no Estaleiro Brasa, em  Niterói (RJ).

O navio-plataforma foi ancorado em local onde a profundidade de água é de 2.140 metros, na direção do litoral de São Paulo, a cerca de 310 km da costa. 

A plataforma terá capacidade de produzir até 150 mil barris de petróleo por dia (bpd), comprimir até 6 milhões de m³/dia de gás natural e armazenar 1,6 milhão de barris de petróleo. 

Além disso, tem  capacidade de injeção de 180 mil barris de água por dia. O poço 3-SPS-69, o primeiro em operação, tem potencial de produção de 32 mil bpd.

O petróleo produzido no campo de Sapinhoá é de excelente qualidade – em média 290 API – e será escoado por navios aliviadores.

O escoamento da parcela do gás não utilizado para reinjeção no campo será feito pelo gasoduto Sapinhoá-Lula-Mexilhão até a Unidade de Tratamento de Gás Monteiro Lobato (UTGCA), localizada em Caraguatatuba, no litoral paulista. Nove poços produtores e sete poços injetores serão conectados ao Cidade de Ilhabela.

A previsão é que o pico de  produção seja atingido no segundo semestre de 2015.

O conteúdo local estimado para o desenvolvimento do campo de Sapinhoá é acima de 55%, superior ao conteúdo local mínimo estabelecido pela Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), de 30%. 

O FPSO teve 13 dos seus 18 módulos da planta de processo construídos no Brasil: três na EBSE-Nuclep, em Itaguaí (RJ), e dez no estaleiro Brasa, em Niterói  (RJ).

A produção no campo de Sapinhoá começou em janeiro de 2013, com a interligação do poço 1-SPS-55 ao FPSO Cidade de São Paulo (Piloto de Sapinhoá), com capacidade de produzir até 120 mil bpd.

Operamos (45%) o campo de Sapinhoá em parceria com a BG EΠBrasil Ltda (30%) e Repsol Sinopec S.A. (25%).

Características técnicas:
Capacidade de produção: 150 mil bpd
Capacidade de tratamento de gás natural: 6 milhões de m³/dia
Capacidade de armazenamento: 1,6 milhão de barris de petróleo
Alojamento: 140 pessoas
Lâmina d’água: 2.140 metros

Fonte:

Petrobras

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