Infraestrutura
Inmetro analisa 12 marca diferentes de apontador a laser
Fiscalização
O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) realizou testes com 12 marcas diferentes de apontador a laser para analisar os seguintes requisitos: potência de radiação emitida, comprimento de onda e rotulagem do produto.
O resultado mostrou que uma em cada quatro amostras avaliadas apresentava uma radiação superior à estabelecida pela norma.
Já metade dos produtos verificados não apresentavam as informações necessárias na embalagem e, com isso, expunham a saúde e a segurança do consumidor.
O corpo humano é vulnerável a certos lasers, que podem gerar danos à pele e, principalmente, à visão, que é mais sensível à exposição. Por essa razão, nunca devem ser apontados para os olhos.
De acordo com dados do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), em 2013, foram 1763 registros de ocorrências com laser em aeroportos e, no primeiro semestre de 2014, 638.
Essa atitude tem sido tão frequente que passou a ser considerada criminosa e passível de ser enquadrada no Código Penal Brasileiro.
Diante desse cenário, o Inmetro optou por analisar os apontadores a laser, de feixe vermelho e verde, no que tange aos requisitos de segurança e rotulagem, com o objetivo de prestar esclarecimentos ao consumidor sobre os riscos que envolvem uma utilização inadequada.
Os riscos não envolvem apenas a utilização inadequada, mas estão intrínsecos ao produto.
De acordo com o diretor de Avaliação da Conformidade, Alfredo Lobo, o uso indevido das canetas laser pode provocar danos aos olhos ou a pele e em brincadeiras de mal gosto como nos estádios de futebol e outros ambientes abertos pode provocar ofuscamento da visão com diferentes consequências.
Fonte:
Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia
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