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Empresas do Nordeste terão crédito para geração elétrica renovável

Banco do Nordeste

Com nova linha de crédito, a previsão é de que, até 2030, 2,7 milhões de unidades consumidoras poderão gerar a própria energia
por Portal Brasil publicado: 16/06/2016 17h56 última modificação: 17/06/2016 11h06
Foto: Alex Lang / UnB Agência Linha de crédito tem foco na produção de energia através de placas solares como a da foto

Linha de crédito tem foco na produção de energia através de placas solares como a da foto

Empresas do Nordeste que quiserem gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis (fotovoltaica, eólica ou biomassa) terão acesso a uma nova linha de crédito do Banco do Nordeste.

No programa, empresas agroindustriais, industriais, comerciais e de prestação de serviços, além de produtores rurais, cooperativas e associações, têm um ano de carência e até 12 anos para pagar o investimento, que pode ser integral.

O financiamento abrange centrais com potencial instalada  quantidade de energia que pode ser usada a qualquer momento  entre a microgeração (menor ou igual a 100 kW) e a minigeração  potência instalada superior a 75 kW e menor ou igual a 5 MW (com exceção da fonte hidráulica, cuja potência deve ser menor ou igual a 3 MW).

A nova linha de crédito utiliza recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e está de acordo com o Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD), lançado pelo Ministério de Minas e Energia em dezembro de 2015, para ampliar e aprofundar as ações de estímulo à geração de energia pelos próprios consumidores, com base nas fontes renováveis de energia (em especial a solar fotovoltaica).

Geração própria

Com incentivos do ProGD, a previsão é que, até 2030, 2,7 milhões de unidades consumidoras poderão ter energia gerada por elas mesmas, entre residência, comércios, indústrias e no setor agrícola, o que pode resultar em 23.500 MW (48 TW/h produzidos) de energia limpa e renovável, o equivalente à metade da geração da Usina Hidrelétrica de Itaipu. Com isso, o Brasil pode evitar que sejam emitidos 29 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera.

 

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério de Minas e Energia

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