E PRESERVAR
O Óleo

Possíveis causas
Desde meados de setembro, uma ação integrada trabalha para identificar as causas e punir os culpados pelo crime ambiental. A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Mácula, e está atuante, com objetivo de investigar as embarcação suspeitas de terem causado o derramamento de óleo na costa brasileira.

O que é esse óleo
Análise feita pela Marinha e pela Petrobras concluiu que a substância encontrada nos litorais é petróleo cru. Ou seja, não se origina de nenhum derivado de óleo. Trata-se de hidrocarboneto, mais conhecido como piche. Em águas profundas, essas “placas” densas de óleo ficam submersas. Em locais mais rasos, elas aparecem na superfície e se partem em pedaços menores com a rebentação das ondas.

Destinação
Todo material retirado durante as ações é colocado em recipientes apropriados para evitar contaminações no solo ou no subsolo. Uma parte foi recolhida para a Petrobras e outra para empresas de tratamento de resíduos dos governos estaduais e municipais dos locais atingidos pelo óleo. No momento, é realizado um trabalho de articulação entre os estados e sindicatos para a destinação final ambientalmente adequada.
Riscos a saúde
Em contato com o mar e a areia, aditivos do óleo podem gerar misturas tóxicas e causar riscos à saúde. O contato com a pele e a inalação do produto deve ser evitado e é sempre importante lembrar que crianças e gestantes são mais vulneráveis aos compostos tóxicos. Por esse motivo, o Ministério da Saúde e a Defesa Civil recomendam que os cidadãos não entrem em contato direto com o óleo. Com a ajuda da Petrobras e outros órgãos, o governo federal tem distribuído kits de proteção aos voluntários. Quem já teve contato direto com o material, no entanto, deve observar o aparecimento de sintomas e procurar um médico se houver manchas, vômito ou diarreia

Ações para o turismo
Os trabalhos também estão focados em minimizar os possíveis impactos no turismo do País. Todas as praias atingidas pelo óleo estão recebendo mutirões de limpeza. Sobre as regiões que ainda não foram afetadas ou já foram limpas, o monitoramento continua de maneira ostensiva. Além disso, o Ministério do Turismo articula estratégias que atendam às áreas atingidas pelo óleo. Uma das ações foi a liberação de R$ 200 milhões em crédito, por meio do Fundo Geral do Turismo, para pequenos empreendimentos turísticos da região. O objetivo é normalizar a economia e o turismo nessas regiões.
“Estamos aqui para somar esforços. Todos unidos para conseguir passar por esse problema e para que a economia dos municípios seja preservada”,
Ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio
Áreas atingidas
Em contato com o mar e a areia, aditivos do óleo podem gerar misturas tóxicas. O contato com a pele e a inalação do produto deve ser evitado e é sempre importante lembrar que crianças e gestantes são mais vulneráveis aos compostos tóxicos. Por esse motivo, o Ministério da Saúde e a Defesa Civil recomendam que os cidadãos não entrem em contato direto com o óleo. Com a ajuda da Petrobras e outros órgãos, o governo federal tem distribuído kits de proteção aos voluntários.