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Meio ambiente

Ibama e Paraguai discutem ação conjunta de combate ao carvão ilegal

por Portal Brasil publicado: 06/05/2010 20h15 última modificação: 28/07/2014 11h44

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Florestal Nacional do Paraguai (Infona) iniciaram as discussões sobre ações conjuntas de combate ao contrabando de produtos florestais na fronteira.

Por indicação do presidente do Ibama, Abelardo Bayma, quem representou o instituto brasileiro foi o superintendente do Ibama em Mato Grosso do Sul, David Lourenço. Foi representante do instituto paraguaio o secretário geral do Infona, Francisco Galeano. O encontro ocorreu em Ponta Porá na última segunda-feira (03), no final da tarde.

A comercialização e o transporte ilegal de produtos florestais, como toras, madeira, lenha e carvão entre o estado de Mato Grosso do Sul e o país vizinho foi o tema dessa primeira reunião, na segunda-feira (3) e, é a grande preocupação das autoridades brasileiras e paraguaias. Segundo David Lourenço, representante do Ibama, a idéia é retomar e atualizar o acordo de cooperação assinado pelos dois países em julho de 1996, que já previa ações conjuntas no combate ao tráfico ilícito de madeira e produtos florestais entre os dois países.

Para que isso ocorra, Ibama e Infona irão acionar os Ministérios das Relações Exteriores de cada país para estabelecer um cronograma de ação e novas regras de atuação nesse combate conjunto. Os paraguaios estimam em cerca de 90% as áreas remanescentes de Mata Atlântica existentes no Paraguai já foram desmatadas ou estão em estado avançado de desmatamento, o que corresponde a cerca de metade do território paraguaio. Segundo as informações passadas ao Ibama na reunião, os dirigentes do Infona consideram a existência de dois grandes biomas no Paraguai: remanescentes de Mata Atlântica e Chaco Paraguaio, que corresponderia ao Pantanal.


Fonte: 
Ibama

 

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