Você está aqui: Página Inicial > Meio Ambiente > 2010 > 09 > Brasil deve eliminar gases nocivos à camada de ozônio até 2040

Meio ambiente

Brasil deve eliminar gases nocivos à camada de ozônio até 2040

por Portal Brasil publicado: 16/09/2010 15h09 última modificação: 28/07/2014 11h45

O Brasil tem a tarefa de ter que eliminar, até 2040 os hidrofluorcarbonos (HCFCs), que mesmo em escala menor são potencialmente nocivos à camada de ozônio. A previsão é de que sejam necessários US$ 33 milhões para a ação. O País irá recorrer a um fundo multilateral criado pelo Protocolo de Montreal com essa finalidade.

 

O documento de requisição de investimentos será apresentado nesta quinta-feira (16) durante a 17ª Reunião Ordinária do Comitê para eliminar as emissões brasileiras desses gases. A reunião marca, também, o Dia Internacional de Proteção à Camada de Ozônio, criado pela Organização das Nações Unidas para alertar governos e população contra os riscos da ação do homem na diminuição da proteção natural do planeta.

 

Os HCFCs tiveram seu uso autorizado pelo acordo internacional para uma etapa de transição, até que as substâncias que destroem a camada de ozônio sejam totalmente banidas da cadeia produtiva de geladeira, freezer e ar condicionado. Além de interferirem no aquecimento global, as substâncias são também responsáveis pelo crescimento do número de incidências de câncer de pele na população.

 

O programa brasileiro prevê que em 2013 a utilização dos HCFs não sofra aumento e, em 2015, primeira fase da redução até a eliminação, cerca de 400 toneladas, 10% do total, deixem de ser empregadas pelo setor de espumas, crítico para o enfrentamento do problema. O número representa a eliminação de 155,5 toneladas por meio de projetos de conversão, 201 toneladas barrando o consumo do produto na refrigeração doméstica e 50 toneladas, que são liberadas pelos prestadores de serviços que, em vez de recolherem o gás para ser regenerado, o liberam diretamente no ar, com a capacitação do setor.

 

Até 2020, a previsão é chegar a 35%, em 2025 atingir 67,5% e, finalmente, banir o produto em 2030.

 

Fonte:
Ministério do Meio Ambiente

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

banner_servico.jpg

Últimos vídeos

Entenda as metas de conservação de energia em edifícios
Conheça a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence) em Edificícios
Brasil assina acordo de Paris sobre mudança do clima
A cerimônia reuniu mais de 130 chefes de Estado em Nova Iorque, na sede das Nações Unidas
Mais de 80% das áreas rurais já foram registradas
O Ministério do Meio Ambiente apresentou, nesta sexta-feira (6), um balanço do Cadastro Ambiental Rural (CAR)
Conheça a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence) em Edificícios
Entenda as metas de conservação de energia em edifícios
A cerimônia reuniu mais de 130 chefes de Estado em Nova Iorque, na sede das Nações Unidas
Brasil assina acordo de Paris sobre mudança do clima
O Ministério do Meio Ambiente apresentou, nesta sexta-feira (6), um balanço do Cadastro Ambiental Rural (CAR)
Mais de 80% das áreas rurais já foram registradas

Últimas imagens

A Samarco foi notificada para retirar o material com urgência e garantir a segurança da barragem.
A Samarco foi notificada para retirar o material com urgência e garantir a segurança da barragem.
Arquivo/Ibama
O Acordo de Paris busca limitar o aumento da temperatura média global a bem abaixo de 2°C, em relação aos níveis pré-industriais.
O Acordo de Paris busca limitar o aumento da temperatura média global a bem abaixo de 2°C, em relação aos níveis pré-industriais.
Foto: Scientific Visualization Studio/Fotos públicas
Iniciativa faz parte de política pública permanente de acesso à água de qualidade
Iniciativa faz parte de política pública permanente de acesso à água de qualidade
Foto: Paulo de Araújo/MMA
Vista da RPPN Raso do Mandi II, em Santa Catarina
Vista da RPPN Raso do Mandi II, em Santa Catarina
ICMBio/Germano Woehl Junior
Medidas permitiu reduzir em 12,5% a relação entre a quantidade de água consumida e o volume de petróleo processado
Medidas permitiu reduzir em 12,5% a relação entre a quantidade de água consumida e o volume de petróleo processado
Divulgação/Petrobras

Governo digital