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Brasil antecipará em 4 anos redução de desmatamento assumida na COP15

por Portal Brasil publicado: 26/10/2010 19h59 última modificação: 28/07/2014 11h48
Divulgação/Wikipédia Imagem de satélite do rio Amazonas

Imagem de satélite do rio Amazonas

Graças às políticas de monitoramento e políticas públicas implementadas nos últimos anos, o Brasil deve antecipar em quatro anos as metas de redução de 80% do desmatamento na Amazônia e em até e 38,9% a emissão de gases de efeito estufa. As reduções estavam previstas inicialmente para 2020. A meta brasileira havia sido apresentada em dezembro de 2009, na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 15), realizada em Copenhague (Dinamarca). 

O anúncio foi feito pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante a reunião anual do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, realizada nesta terça-feira (26), em Brasília. O Brasil, mesmo vivendo um momento de grande crescimento econômico, tem o menor índice de desmatamento dos últimos 21 anos, lembrou o presidente. 

“Assumimos compromissos sem abdicar do direito de crescer economicamente e promover a inclusão social da grande maioria do nosso povo. O combate ao aquecimento global é compatível com o crescimento econômico sustentável e o combate à pobreza e à desigualdade”, enfatizou ele. 

Desde que o programa de desmatamento foi instituído, houve uma redução na emissão de 2,9 bilhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) no Brasil. Na avaliação do presidente, se esse ritmo for mantido – “e eu tenho certeza de que isso acontecerá”, acrescentou – a  meta anunciada na COP 15 será antecipada em quatro anos. Ou seja, a redução no desmatamento ocorrerá já 2016 e não em 2020, como era previsto. 

O presidente da República acrescentou que “nenhum país reduziu tão rapidamente suas emissões de gases do efeito estufa como o Brasil e nenhum país vai dar tamanha contribuição ao planeta como o Brasil. Essa expressiva queda no desmatamento e por consequencia das emissões, só está sendo possível porque investimos em métodos avançados de monitoramento, fortalecemos os órgãos de controle ambiental e fomos duros contra a corrupção e aqueles que eram coniventes com o desmatamento ilegal.”

 

Fonte:
Blog do Planalto

 

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