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Governo quer aumentar participação dos estados no controle de incêndios florestais

por Portal Brasil publicado: 14/04/2011 10h42 última modificação: 28/07/2014 12h54

As queimadas e incêndios florestais são um dos principais causadores da destruição de cobertura vegetal no Brasil, causando prejuízos a fauna e flora além de aumentar o risco de erosões. As ações de prevenção nesta área foram abordadas na quarta-feira (13) na mesa “Prevenção e Combate de Incêndios Florestais – Rumo à Ação Coordenada em Escala Nacional”, coordenada por Mauro Pires, diretor de Políticas de Combate ao Desmatamento do Ministério do Meio Ambiente.

As palestras, do Seminário Internacional sobre Gestão Integrada de Riscos e Desastres, abordaram a importância do Programa Nacional de Redução e Substituição do Fogo nas Áreas Rurais e Florestais (Pronafogo), um plano nacional para reduzir queimadas por meio da integração do Ministério do Meio Ambiente com outros órgãos federais e estaduais, dos Centros de Monitoramento Ambiental (Ceman) e do Sistema Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), que vem apresentando resultados positivos com o uso de brigadistas.

O palestrante Luciano Evaristo, diretor de Proteção Ambiental Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), disse que “nossa [Ibama] meta é aumentar a participação dos estados neste processo e buscar a criação de uma Campanha Nacional de Educação Ambiental”.

Em um segundo momento, as palestras trataram de casos específicos de Tocantins, Roraima e Mato Grosso, que foram extremamente afetados pelos focos de incêndio florestal no ano passado.

Também participaram da mesa de debate Wanius de Amorim, coordenador do Pronafogo; Diógenes Madeira, coordenador de Mobilização e Minimização de Desastres de Tocantins; Manoel Leocácio, coordenador estadual da Defesa Civil de Roraima; e Paulo Barroso, comandante do 2° Batalhão de Bombeiros Militar de Várzea Grande (MT).

 

Fonte:
Ministério da Integração Nacional

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