Meio ambiente
Governo assina acordo para construção do maior aquário de água doce do mundo no MS
Os ministérios do Turismo e da Pesca e Aquicultura, juntamente com o governo de Mato Grosso do Sul, assinaram nesta segunda-feira (23), em Campo Grande (MS), a ordem de serviço para início das obras de construção do Aquário do Pantanal – Centro de Estudos da Ictiofauna Pantaneira. Com área de 18,6 mil metros quadrados e 24 tanques de aquários que somam 6,6 milhões de litros de água, o local terá capacidade para abrigar sete mil animais, entre mais de 200 espécies, como peixes, jacarés e sucuris. Este será o maior aquário de água doce do mundo.
Estavam presentes na solenidade o ministro do Turismo, Pedro Novais, o governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, e a ministra da Pesca e Aquicultura, Ideli Salvatti.
O investimento do governo do estado no projeto é de R$ 84,7 milhões. Além de um empreendimento que vai atrair turistas de todo País e do mundo, com capacidade para 20 mil visitantes por dia, o aquário servirá como centro de estudos, abrindo oportunidade para que estudantes, cientistas e pesquisadores se aprofundem sobre questões ambientais e biodiversidade brasileira.
“Este é um empreendimento ousado”, disse o ministro Pedro Novais. “Vai beneficiar a educação, a cultura, a pesca, o meio ambiente e os estudos na área de ciência e tecnologia. Mas os principais beneficiados com a obra serão o setor de turismo e a população sul-matogrossense”, complementou.
O espaço também vai abrigar um centro de conferências, laboratórios e biblioteca para livros e teses sobre o Pantanal. A área também será um local de aulas de educação ambiental e pesquisas voltadas à conservação dos ecossistemas aquáticos. O projeto do aquário foi desenhado pelo arquiteto Ruy Othake.
Pantanal
Com uma das maiores extensões úmidas contínuas do planeta, 68% da área pantaneira está situada no estado do Mato Grosso do Sul. Patrimônio nacional e mundial, a região possui mais de duas mil espécies de plantas, além de enorme diversidade de animais aquáticos e terrestres.
Fonte:
Ministério do Turismo
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