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Meio ambiente

Brasil e Nicarágua firmam parcerias em desenvolvimento sustentável e bionergia

por Portal Brasil publicado: 14/07/2011 20h39 última modificação: 28/07/2014 12h55

Os governos do Brasil e da Nicarágua desenvolverão projetos conjuntos nas áreas de bionergia, carbonização vegetal e melhorias para reposição de florestas em território nicaraguenses. Os ministros das Relações Exteriores do Brasil, Antonio Patriota, e da Nicarágua, Samuel Santos López, assinaram os acordos de parceria nesta quinta-feira (14).

Desde de 2006, o Brasil coopera na área técnica no setor de energia com o país centro-americano, mas nesta quinta foram firmados acordos complementares. Um deles se refere à assessoria técnica na promoção de bionergia para desenvolvimento sustentável e estímulo desta alternativa no país. A parceria conta com o apoio da Universidade Federal de Viçosa e Rede Nacional de Biomassa para a Energia (Renabio).

O segundo projeto é voltado ao suporte técnico para melhoria de carbonização vegetal na Nicarágua. O objetivo é estimular o conhecimento e o acesso de novas metodologias e técnicas de produção, de criação de capacidades locais, de utilização de árvores não madeiráveis e de utilização de carvão vegetal no país, que reduzam o risco de contaminação e levem à eficiência energética, no que referem à produtividade e ao rendimento.

O terceiro acordo se refere ao suporte técnico para produção e incentivos de habilidades para a modernização das medidas sobre sustentabilidade ecológica e eficiência energética. Participam como colaboradores a Universidade Federal de Viçosa e a Federação das Associações de Recuperação Florestal do Estado de São Paulo.

Com 5,6 milhões de habitantes, a economia da Nicarágua se baseia na agricultura e pecuária. O material vulcânico enriqueceu o solo do país tornando-o mais fértil. Os principais produtos comerciais agrícolas são: café, algodão e banana. Outros cultivos destacados são: cana de açúcar, milho, frutas, arroz, mandioca, sorgo e feijão. Há, ainda, depósitos de ouro, prata, sal e cobre.


Fonte:
Agência Brasil

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