Meio ambiente
Serviço Florestal vai traçar diagnóstico dos recursos florestais no DF
Os dados coletados no Distrito Federal durante a primeira etapa do Inventário Florestal Nacional (IFN) serão analisados pelo Serviço Florestal, para traçar um diagnóstico sobre os recursos florestais na região.
Segundo o Ministério do Meio Ambiente, o levantamento da vegetação do Distrito Federal para o inventário terminou com um aproveitamento de mais de 95% das visitas de campo. Dos 68 locais escolhidos para amostragem, apenas três - situados em áreas particulares ou sem autorização de acesso - não foram avaliados.
Em cada ponto de amostra, os técnicos coletaram dados sobre número de árvores, espécies, altura, diâmetro, condição fitossanitária (saúde), antropização e potencial para turismo, entre outros.
"As informações geradas pelo Inventário Florestal Nacional devem ajudar a subsidiar ações e políticas públicas, assim como contribuir para o aprimoramento da metodologia do IFN", afirma o gerente de Informações do Serviço Florestal, Joberto Freitas.
O DF foi a primeira unidade da federação a realizar um inventário florestal 40 anos atrás. Conforme documento gerado na época, os tipos florestais e sua proporção em relação à área total do DF eram: campos cerrados, 47%; cerrado propriamente, 36%; matas ciliares, 5,3%; e cerradão, 0,4%. A agricultura ocupava 1,3% e, as áreas de banhado, 0,9%.
Os dados atuais também serão comparados com as informações coletadas naquela época. "Este é um exemplo da riqueza de informação e possibilidades de análise de tendências contidas em um inventário que ocorrerá a nível nacional, agora estruturado para ocorrer em períodos de cinco anos", afirma a diretora de Pesquisa e Informação do Serviço Florestal, Cláudia Ramos.
O diagnóstico do Serviço Florestal deve ser divulgado em dois meses.
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