Meio ambiente
Política energética marca abertura de seminário internacional sobre fontes renováveis
O Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica da Câmara dos Deputados promoveu nesta quarta-feira (14), o Seminário Internacional sobre Fontes Renováveis de Energia. O objetivo do encontro, que contou com a participação do secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Altino Ventura Filho, é promover o debate em torno das fontes alternativas de energia e levantar questões que subsidiem o Marco Regulatório para Energia Renováveis.
Durante a abertura do evento, o secretário Ventura Filho destacou a posição do Brasil no patamar de fontes renováveis, e ressaltou a eficiência das políticas energéticas adotadas pelo ministério para diversificar a matriz de energia.
“Em termos mundiais, o mundo utiliza 81% de combustíveis fósseis, que são responsáveis pelos gases de efeito estufa. E no que diz respeito às fontes renováveis, utiliza apenas 13%”, afirmou. Em contrapartida, o Brasil utiliza 53% de combustíveis fósseis em relação aos 81% da média mundial e 45% de fontes renováveis em comparação aos 13%”, disse.
O secretário de Planejamento salientou que, apesar do País utilizar combustíveis fósseis na sua matriz, a tendência é que haja redução na participação dessa fonte de energia até o ano de 2020. Por outro lado, a participação dos derivados da cana de açúcar (etanol) deve aumentar, continuando a ser a segunda fonte de energia brasileira. Hoje, a terceira fonte de energia é a hidroeletricidade, com 14,1%.
Em relação ao futuro das políticas energéticas para fontes renováveis, o secretário transmitiu otimismo em relação ao cenário 2010-2020. “O Brasil terá uma pequena elevação das fontes renováveis no Balanço Energético ao longo desses 10 anos. Nós observamos que as políticas energéticas estão voltadas para a redução da utilização do petróleo”, completou.
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