Meio Ambiente
Promoção de atividades sustentáveis e a conservação da biodiversidade na Amazônia
Em julho de 2008, o governo brasileiro começou a restringir as extensões de crédito aos agricultores da Amazônia como forma de reduzir o desmatamento e promover o uso sustentável da floresta, através de uma resolução pelo Conselho Monetário Nacional. Esta resolução limitada a extensão de créditos agrícolas para produtores registrados no Registro de Certificação de Propriedade Rural com uma licença ambiental ou certificado de propriedade.
Além disso, o governo está investindo na produção sustentável e atividades extrativas com o desenvolvimento de políticas e diretivas para utilização sustentável da floresta (incluindo o novo paradigma que estabelece que as florestas devam ser mantidas como ambientes florestais e devem continuar a ser de propriedade pública); desenvolvimento de planos de gestão de reservas extrativas; a criação de fundos e linhas de crédito para atividades sustentáveis; e o estabelecimento de acordos com setores econômicos, entre outros.
A Produção de soja na região também foi limitada a áreas legalizadas. Para conciliar desenvolvimento econômico e conservação socioambiental no bioma Amazônia, os membros da Associação Brasileira da Mudança do Clima da Indústria de Óleo Vegetal (ABIOVE) e a Associação Brasileira de Exportadores de Cereais (ANEC) se comprometeram a não comercializar qualquer soja provenientes de áreas no bioma Amazônia desmatadas em julho de 2006. Esta iniciativa inédita tornou-se conhecida como "moratória à soja" e foi originalmente destinada a durar dois anos, mas foi renovada desde então com o apoio do Ministério do Meio Ambiente.
Na Amazônia brasileira, serviços de ecossistema de áreas protegidas fornecem benefícios locais e nacionais num valor superior a 50% a mais do que os retornos para pequenos fazendeiros. Eles obtêm três vezes mais dinheiro para a economia do Estado do que obteriam com a criação extensiva de gado; a utilização alternativa mais provável para parques de terras de acordo com a economia dos ecossistemas e a biodiversidade, 2009.
Mudança climática e biodiversidade no Brasil
Esta iniciativa oferece suporte ao uso responsável e sustentável dos recursos naturais brasileiros e, desde seu início, o setor tem trabalhado com ONGs para desenvolver e implementar uma estrutura de governança com regras para o bioma amazônico e a demanda do governo para funcionamento e definição, aplicação e cumprimento de políticas públicas no uso da terra na região (zoneamento ecológico econômico). A iniciativa monitora a produção de soja no bioma Amazônia por meio de imagens de satélite.
Fonte
Mudanças Climáticas no Brasil: fatos e números (conteúdo em inglês)
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