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Ministra do Meio Ambiente pedirá na Rio+20 desenvolvimento com sustentabilidade

por Portal Brasil publicado: 21/05/2012 15h51 última modificação: 29/07/2014 09h00

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse, em evento realizado na Fundação Getulio Vargas, no Rio, que o maior desafio na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) é encontrar caminhos que possibilitem a opção dos agentes econômicos pelo crescimento com sustentabilidade. Por isso, segundo ela, é necessário criar alternativas de crescimento de curto prazo, capazes de se estabelecer no médio e longo prazo.

"A Rio +20 é um momento único para se discutir perspectivas e caminhos para o desenvolvimento sustentável",  afirmou a ministra, lembrando que o Brasil já tem fazenda com 100 mil cabeças de gado certificada internacionalmente como sustentável, mas ainda convive com uma produção agropecuária de baixa produtividade e que ainda devasta a Região Amazônica.

 

Efeito Estufa

Para Izabella, o modelo produtivo que derruba a floresta, além de não se sustentar ambientalmente, também não faz sentido do ponto de vista econômico. Izabella disse que o Brasil tem papel estratégico na reunião patrocinada pela ONU, porque é o País que mais faz pela preservação ambiental e que mais reduz as emissões de gases que causam o efeito estufa. Na sua avaliação, o que estará em questão no encontro, apesar do contorno ambiental é a geopolítica do desenvolvimento.  "Esse debate não ficará restrito aos ambientalistas de plantão", salientou.

A idéia de desenvolvimento sustentável foi consolidada pela Rio-92, encontro patrocinado há 20 anos pela ONU para debater a questão ambiental, e prevalece até hoje, mas a Rio+20 precisa avançar em sua implementação, avaliou a ministra, na sexta-feira (18). "Todos concordam, mas há um descompasso entre concordar e colocar em prática", acrescentou. Por sua biodiversidade e seu papel econômico, os oceanos também vão estar entre os temas estratégicos para a conferência. Izabella avalia que o  debate envolvendo economia, meio ambiente e inclusão social deve ser feito de forma integrada.

 

Fonte:
Ministério do Meio Ambiente

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