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Meio Ambiente

Instituto Mamirauá monitora onça-preta na Amazônia

Preservação

Objetivo do estudo é entender o comportamento da espécie, além do uso do habitat quando o nível da água sobe e alaga a floresta
por Portal Brasil publicado: 13/01/2014 11h47 última modificação: 30/07/2014 03h17
Divulgação/Instituto Mamirauá Pesquisadores instalaram uma coleira de rádio GPS no animal e sua posição é conhecida a cada dois dias

Pesquisadores instalaram uma coleira de rádio GPS no animal e sua posição é conhecida a cada dois dias

O Instituto Mamirauá está monitorando um tipo raro de onça na Amazônia: a onça-preta. O monitoramento vem sendo possível desde outubro, quando o espécime foi capturado em uma das trilhas de pesquisa da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá.

Pesquisadores instalaram uma coleira de rádio GPS no animal e sua posição é conhecida a cada dois dias. Das 15 onças-pintadas capturadas desde o início da pesquisa em 2008, apenas uma era preta.

“Apesar de serem frequentemente confundidas como uma espécie distinta da onça-pintada [Panthera onca], as onças-pretas são, na verdade, indivíduos melânicos de onça-pintada que desenvolvem essa característica por causa de uma mutação”, explica o pesquisador Emiliano Esterci Ramalho, responsável pelo projeto que estuda a ecologia do felino nas florestas inundáveis de várzea da Amazônia.

O principal objetivo do estudo é entender como esses animais se comportam e usam o habitat da região quando o nível da água sobe e alaga esse tipo de floresta.

Para capturar as onças-pintadas, 30 armadilhas de laço foram utilizadas, espalhadas em seis trilhas identificadas como locais de passagem delas. Durante a campanha, a equipe percorria diariamente as trilhas para verificar as armadilhas e se algum animal havia sido capturado.

Ao mesmo tempo, eram avaliados os vestígios da presença desses felinos na área, para aproximar as armadilhas dos locais onde eles estavam andando durante a campanha.

Segundo Ramalho, a onça-preta capturada era um macho de 55 quilos, mas, dias antes, uma fêmea havia sido fotografada pelas armadilhas fotográficas na mesma trilha. 

Leia mais

Fontes:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Instituto Mamirauá

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