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Meio Ambiente

Índice de vegetação do Semiárido está disponível na internet

Pesquisa

Comunidade científica agora tem acesso aos índices semanais e mensais para avaliar as condições de vegetação
por Portal Brasil publicado: 04/02/2014 18h39 última modificação: 30/07/2014 03h16

Como resultado de uma parceria entre o Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCTI) e o Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites (LAPIS) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), a comunidade científica que pesquisa o Semiárido brasileiro, a partir desta terça-feira (4), pode ter acesso ao seu Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI – sigla de Normalized Difference Vegetation Index).

Disponibilizado por meio do link, o NDVI do Semiárido brasileiro permite não apenas mapear a vegetação, mas também medir sua quantidade e condição em determinada área. Os interessados têm a possibilidade de baixar os mapas e de visualizar sua sequência temporal em formato de animação.

O NDVI se traduz por um indicador numérico que varia de 0 (referente à vegetação sem folha, submetida a condição de estresse hídrico por déficit de água no solo) a 1,0 (relativo à vegetação com folhas, sem restrições hídricas e na plenitude de suas funções metabólicas e fisiológicas).

A disponibilização do Índice de Vegetação favorecerá pesquisadores que atuam em diversas áreas relacionadas ao Semiárido brasileiro: modelagem climática e hidrológica; balanço de carbono, detecção de mudanças climáticas, estimativas de parâmetros da vegetação (cobertura vegetal, índice de área foliar); atividades agrícolas (monitoramento do ciclo de crescimento de culturas, modelagem do crescimento e produtividade de plantações); monitoramento de secas; detecção de desmatamentos, avaliação de áreas queimadas, entre outras aplicações.

Para mais informações entre em contato: insa@insa.gov.br

Conheça o LAPIS

O Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites realiza atividades de pesquisa, assistência tecnológica e treinamento de recursos humanos para a recepção, processamento, interpretação e integração de imagens dos satélites da série METEOSAT. Para atender a essa demanda, em 2007, a Ufal instalou e operacionalizou a terceira estação de recepção de imagens do satélite METEOSAT Segunda Geração (MSG) no Brasil.

Como atividades de pesquisa e impacto do conhecimento, a equipe do Laboratório elabora aplicativos para tratamento de imagens, disponibiliza produtos meteorológicos e ambientais derivados do MSG para setores operacionais e oferece treinamento na área.


Fonte:
Instituto Nacional do Semiárido

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