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Meio Ambiente

Inpa apoia projeto que recupera áreas degradadas em Rondônia

Agroflorestas

Projeto Quintais Amazônicos irá implantar 500 hectares de sistemas agroflorestais em áreas desmatadas e degradadas
por publicado: 12/02/2014 15h49 última modificação: 30/07/2014 03h16

O Núcleo de Apoio à Pesquisa do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia em Rondônia (NAPRO/Inpa/ MCTI) firmou acordo com o Centro de Estudos da Cultura e do Meio Ambiente da Amazônia (Rioterra) para apoiar a implementação do projeto Quintais Amazônicos. O projeto consiste em ações para recuperação de áreas degradadas por meio do desenvolvimento de sistemas agroflorestais.

Lançado no início deste mês (4), o projeto tem por objetivo apoiar o desenvolvimento sustentável de pequenas propriedades rurais e assentamentos da reforma agrária em Rondônia. Durante quatro anos, espera-se que 500 hectares de áreas degradadas ou alteradas sejam recuperadas e gerem renda a partir do plantio e da realização de pesquisas de culturas selecionadas e adaptadas ao tipo de solo e clima da região.

A proposta é que o projeto possa atender, direta e indiretamente, cerca de 6 mil agricultores de Itapuã do Oeste, Cujubim e Machadinho d'Oeste, municípios inseridos no chamado arco do desmatamento de Rondônia.

“O Inpa coordenará o eixo da Pesquisa e desenvolvimento Agroflorestal do projeto, no qual pesquisadores do instituto vão colaborar com a implantação, acompanhamento e avaliação de Sistemas Agroflorestais (SAFs) em pequenas propriedades rurais”, disse o representante do NAPRO/ Inpa, o pesquisador José Maria Thomaz Menezes.

Além do Inpa, outras instituições apoiam o projeto, como a Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (Sedam); Prefeituras de Itapuã do Oeste, Cujubim e Machadinho; Universidade Federal de Rondônia (UNIR); Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

O projeto Quintais Amazônicos receberá o investimento de R$ 10 milhões, sendo R$ 9,2 milhões oriundos de um projeto que o CES Rioterra aprovou junto ao BNDES e quase R$ 1 milhão de contrapartida.

>> Leia a matéria completa.


Fonte:
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia

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