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Meio Ambiente

Especialistas fazem intercâmbio sobre eventos críticos

Mudanças climáticas

Reunião na sede da Agência Nacional de Águas promoveu debates sobre vulnerabilidades a secas e cheias
por Portal Brasil publicado: 16/04/2014 18h59 última modificação: 30/07/2014 03h14

Especialistas da Agência Nacional de Águas (ANA) e do Centro Internacional de Investigação do Fenômeno El Niño (Ciifen) se reuniram na sede da ANA, em Brasília, para intercâmbio de experiências sobre as ações da Agência e do Brasil no contexto de eventos críticos (secas e cheias, por exemplo) e vulnerabilidades a eles. O encontro aconteceu entre 15 e 16 de abril.

Como o Ciifen foi contratado pelo projeto GEF Amazonas para desenvolver um Atlas de Vulnerabilidade Hidroclimática da Bacia Amazônica, as especialistas Pilar Ycaza e Fanny Friend estiveram na ANA para conhecer os avanços da instituição no tema dos eventos críticos e das vulnerabilidades, como a Sala de Situação da ANA.

A bacia hidrográfica do rio Amazonas é constituída pela mais extensa rede hidrográfica do globo terrestre, ocupando uma área total da ordem de 6.110.000km², desde suas nascentes nos Andes Peruanos até sua foz no Oceano Atlântico, no Norte do Brasil. Esta bacia continental se estende sobre vários países da América do Sul: Brasil (63%), Peru (17%), Bolívia (11%), Colômbia (5,8%), Equador (2,2%), Venezuela (0,7%) e Guiana (0,2%).

GEF Amazonas

O projeto Gerenciamento Integrado e Sustentável dos Recursos Hídricos Transfronteiriços na Bacia do Rio Amazonas (GEF Amazonas) é financiado com recursos do Global Environment Facility (GEF). A iniciativa é realizada por oito países: Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela. No País, a ANA é a instituição encarregada de executá-lo.

O GEF Amazonas busca fortalecer o planejamento e a realização de atividades de proteção e gerenciamento sustentável do solo e dos recursos hídricos na bacia do rio Amazonas em virtude dos impactos causados pelas mudanças climáticas na região.

Sala de Situação da ANA

Por meio de sua Sala de Situação, em Brasília, a ANA acompanha as tendências hidrológicas dos principais rios e reservatórios nacionais e desenvolve ações de prevenção que permitem identificar possíveis eventos críticos e adotar antecipadamente medidas para mitigar seus impactos.

Monitoramento hidrometeorológico

A Rede Hidrometeorológica Nacional da Agência possui mais de 4,5 mil estações de monitoramento em todo o País, que acompanham o nível e a vazão de rios, volume de chuvas, evaporação, entre outros.

Fonte:
Agência Nacional de Águas

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