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Meio Ambiente

Estoque de carbono no Amazonas é de 167,7 toneladas por hectare

Pesquisas da Amazônia

Informação deve ajudar na implantação de projeto em prol da redução de emissões provenientes do desmatamento florestal
por Portal Brasil publicado: 29/04/2014 15h21 última modificação: 30/07/2014 03h14

O estoque de carbono florestal no estado do Amazonas está em torno de 167,7 toneladas por hectare. O resultado foi apresentado durante o seminário de encerramento do Projeto Cadaf, que estuda a Dinâmica de Carbono da Floresta Amazônica por pesquisadores do Brasil e do Japão. O evento na sede do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) teve início neste domingo (27) termina nesta terça-feira (29).

“A ideia agora é reunir todas as informações de metodologia, de estoque e dinâmica de carbono para ajudar elaboração da implantação do REDD [Redução de Emissões provenientes de Desmatamento e Degradação Florestal]", afirmou o pesquisador do Inpa e um dos responsáveis pelo seminário, Adriano Nogueira.

Segundo o pesquisador, neste momento a pesquisa almeja a criação de uma base de conhecimento na questão de metodologia de inventário florestal contínuo e monitoramento florestal tentando conciliar com o sensoriamento remoto. "Tudo isso para ajudar quem tiver interesse, no caso o governo estadual, na elaboração de implantação do projeto REDD”, explica.

Pesquisadores e organizações ligadas às questões de mudança climática global se reúnem com o objetivo de reunir subsídios para ajudar na elaboração do projeto REDD+ na Amazônia.

Adriano explica ainda o que o Inpa, com este projeto ,está criando um método confiável do tipo MVR, ou seja, Mensuráveis, Reportáveis e Verificável, para que instituições interessadas possam utilizar para elaborar seus projetos REDD+.  

Projeto Cadaf

De acordo com o coordenador geral do Projeto Cadaf, o pesquisador Niro Higuchi, o Cadaf é um projeto de cooperação técnica internacional que teve início em 2010 em parceria com o Inpa, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Instituto de Pesquisas de Florestas e Produtos Florestais do Japão (FFPRI) e a Universidade de Tókio. O projeto teve o financiamento da Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica).

>> Leia a matéria completa.

Fonte:
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia

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